Porsche
No novo 911, as mudanças são mais mecânicas do que visuais

O Porsche 911 estreou mudanças pontuais para seus modelos cupê, conversível e targa, que são limitadas às luzes de circulação diurnas (DRL) e um novo aerofólio. A grande novidade fica pelo desenvolvimento de novos motores para a família 911, que aposentou os blocos 3.4 e 3.8 em troca de novos propulsores Boxer (cilindros contrapostos) de seis cilindros 3.0 turbinados. Verdade é, que são dois turbos e o objetivo da Porsche é aumentar a autonomia para 800 km, além reduzir o consumo para 13,3 km/l (ante os 11,5 atuais).

Se hoje as versões básica, S e GTS têm 349 cv, 400 cv e 430 cv, respectivamente, elas ganharam 20 cv de 6.500 rpm a 6.600 rpm. O Carrera mais potente despeja 450 cv.  O botão PSM (Porsche Stability Management) foi mudado para um seletor no canto inferior direito do volante. Nos modos Sport e Sport Plus, as configurações do motor e do câmbio de dupla embreagem são mudadas, os amortecedores endurecidos e rebaixa a carroceria. Pressionando um botão quando o modo Sport Plus está selecionado, as respostas da caixa de câmbio ficam mais rápidas e os controles de tração e de estabilidade mais permisíveis. Além disso, durante 120 segundos a sobrealimentação trabalha no limite e há uma variação da geometria, que permite ir de 0-100 km/h de 4 segundos no Carrera S. Confira aqui como anda a nova geração do esportivo.

Para o Brasil, o 911 Carrera S chegará no primeiro trimestre de 2016. 

 Porsche PaJun

O sedã de dimensões médias foi batizado internamente de Panamera Junior e será produzido em série. Antecipado no salão de Frankfurt por uma versão conceitual totalmente elétrica, esse Porsche descobrir um novo território para o fabricante, além de contrastar com o interesse do público pelo Tesla modelo S.