A estreia do novo bravo

O desenho externo e o interior têm elementos que lembram o Punto, mas com acabamento e materiais mais so sticados para competir no segmento de i30, Focus, Golf e cia.

Segundo a Fiat, este ainda não é o lançamento do Bravo no Brasil. O início de suas vendas está marcado para depois do Salão. Mesmo assim, fomos à Itália para andar no novo hatch. Tivemos acesso ao novo carro, que foi lançado na Europa há três anos, na cidade italiana de Turim, onde se localiza a sede da Fiat italiana.

De cara, o carro impressiona pelo acabamento esmerado e pelo bom espaço interno. Os 400 litros de capacidade do porta-malas, 20 litros a mais que o Stilo, foram mais do que su cientes para acomodar as bagagens. Depois de alguma utilização urbana, rumamos para a rodovia na direção de Milão, uma distância de 160 km percorrida em pouco mais de uma hora de viagem. Rodar suave e silencioso e direção precisa e leve foram predicados do novo carro que chamaram a nossa atenção.

Apesar de seus três anos no mercado europeu, o carro ainda é muito atraente e suas linhas lembram muito nosso Punto. Terá a função de desbancar rivais como o Astra (e em breve o Cruze hatch), o Focus, o Golf (com nova versão em 2012) e os coreanos Hyundai i30 e Kia Cerato hatch.

O Bravo guarda muito do Stilo. A plataforma é praticamente a mesma, com mudança na bitola e no comprimento (quase 10 cm), mas sem alteração de entre-eixos. Sob o capô, o motor 1.4 turbo do Linea. Com o Bravo sendo vendido por mais de R$ 60 mil, o Stilo pode ser mantido (por um tempo) a um preço mais baixo, pouco acima do valor do Punto.

Os novos motores E.TorQ, 1.6 e 1.8 são umas das principais atrações da Fiat. O principal membro da família, o Palio, foi o último a receber a novidade, mas tirou dela bastante proveito. O motor de 117 cv transformou a dirigibilidade do carro, cansativa com o 1.4 de 86 cv (que continua equipando o hatch). Se para os outros modelos falta fôlego na cidade, no Palio, com menor porte, o novo 16V cou bom. Mas sua melhor performance aparece na estrada, em regimes médios e altos. A aceleração de zero a 100 km/h é vencida em 9s3 e a máxima é de 190 km/h, valores melhores que os do Punto com o mesmo motor. Nessa versão com câmbio Dualogic, as trocas ainda lentas (apesar de melhoradas) comprometem a vitalidade. No modo manual, aliviando o acelerador a cada passagem, ele fica melhor.

– CONFIRA TAMBÉM…

CONCEITO FCC III

A Fiat apresenta seu conceito FCC III. Esta terceira “geração” do carro foi elaborada com a participação direta dos internautas, por meio do site www.atmio.com.br.

UNO SPORTING

Na nova versão esportiva, suspensão mais baixa, amortecedores recalibrados e molas mais rígidas. Motor? Só 1.4 Evo.

PARA CURTIR

No estande da marca, games interativos, a rádio Fiat Jovem Pan em transmissão ao vivo, o programa É tudo improviso, da Band, um quiz e uma loja da grife Fiat.

Os novos motores E.TorQ, 1.6 e 1.8 são umas das principais atrações da Fiat. O principal membro da família, o Palio, foi o último a receber a novidade, mas tirou dela bastante proveito. O motor de 117 cv transformou a dirigibilidade do carro, cansativa com o 1.4 de 86 cv (que continua equipando o hatch). Se para os outros modelos falta fôlego na cidade, no Palio, com menor porte, o novo 16V cou bom. Mas sua melhor performance aparece na estrada, em regimes médios e altos. A aceleração de zero a 100 km/h é vencida em 9s3 e a máxima é de 190 km/h, valores melhores que os do Punto com o mesmo motor. Nessa versão com câmbio Dualogic, as trocas ainda lentas (apesar de melhoradas) comprometem a vitalidade. No modo manual, aliviando o acelerador a cada passagem, ele fica melhor.

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