Ao volante do mito

Se você acha que dirigir um e você acha que dirigir um, imagine um Corvette Stingray. Foi o que fi zemos nos Estados Unidos entre Nashville (Tennessee) e Bowling Green (Kentucky), onde fica a fábricado (Kentucky), onde fica a fábrica do esportivo americano. O Corvette nasceu em 1953 como uma resposta aos esportivos europeus Porsche e Ferrari. E ele tem cumprido sua  missão muito bem. Também chamado de C7, por se tratar da sétima geração, o novo Corvette recebeu o nome Stingray (arraia) porque os próprios projetistas consideram que ele fi cou excepcional. Somente outras duas gerações tiveram essa proeza: a C2 (1963 a 1967) e a C3 (1968 a 1982). 


Equipado com um motor 6.2 V8 “small block”, de duas válvulas por cilindro e injeção direta de combustível, o Corvette Stingray  que dirigimos estava com o pacote performance Z51. Com 461 cv, é o Corvette standard mais potente de todos os tem pos. O torque é de 63,7 kgfm a 4.600 rpm. Mas ele só precisa de 1.000 giros para que o motor entregue quase 37 kgfm de torque. Sua aceleração é fantástica: 0-100 km/h em apenas 3s8. A velocidade máxima é de 292 km/h. Na rodovia Insterstate 65, onde foi realizado o test drive, entretanto, a máxima permitida é de apenas 65 milhas, ou seja, 105 km/h.

Mas a velocidade limitada não tirou o prazer de guiar um Corvette. Dentro dele, a posição de dirigir é excepcional e sua visibilidade é melhor do que a do Camaro. Quatro “cornetas” enfi leiradas na traseira entregam o ruído poderoso do motor V8, que parece entrar pelo ouvido e correr pelo sangue. O Corvette responde com extrema rapidez ao menor toque no acelerador. Se você não se cuidar, logo estará rodando muito além da velocidade permitida. Para auxiliar o motorista, o head up display mostra a velocidade e o conta-giros no parabrisa, além da marcha utilizada na versão manual. Esse câmbio de sete velocidades tem a engrenagem da sexta marcha muito próxima da ré, o que leva você, no início, a engatar quarta em vez de sexta. Mas, na verdade, tanto a sexta quanto a sétima são overdrive e, portanto, não interferem em nada na performance. 

Existem duas versões (com 12 configurações) versível. O cupê na verdade é um targa, pois parte de seu teto pode ser removida e guardada no porta-malas. O conversível tem capota de lona. Nos Estados Unidos, o carro parte de US$ 53.800. No Brasil, ele chegaria custando algo entre R$ 350.000 e R$ 400.000. Os executivos da GM do Brasil ainda têm dúvida se vale a pena trazê-lo – embora sua presença no Salão de trazê-lo – embora sua presença no Salão de deu 37 unidades no Brasil em 2013, sendo 21 da 458, que custa mais de R$ 1,6 milhão.

Já a Porsche vendeu 97 unidades do modelo 911 e 300 unidades dos modelos Cayman e Boxster – esses dois, co preço abaixo de R$ 300.000. São números expressivos para uma importadora, mas pequenos para uma gigante como a GM do Brasil. 

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