Bem mais que uma reestilização


Faz pouco mais de um ano que o exagerado Dodge Durango chegou ao Brasil. O modelo 2013 do SUV continua à venda nas concessionárias da marca e, no ano passado, foram emplacadas 404 unidades dele – apenas sete a menos que do Hyundai Vera Cruz. Pena que a linha 2014, com design reestilizado e aprimorada mecânica e tecnologicamente, ainda não tenha chegado. Na verdade, ela demorou tanto que devemos pular direto para a linha 2015, que será exibida no Salão de São Paulo, em outubro, mas começa a ser vendida só em fevereiro do ano que vem. Na primeira avaliação do Durango, o SUV full-size agradou pelo bom desempenho, pelos freios bem modulados e pelo equilíbrio dinâmico, até surpreendente para seu tamanho – além, é claro, do enorme espaço interno, capaz de acomodar muito bem sete passageiros. Tudo isso foi mantido, claro, enquanto alguns outros pontos foram melhorados, a começar pelo design externo. Na dianteira, a tradicional grade em cruz da Dodge ganhou traços mais leves para combinar melhor com os novos faróis, agora com luzes diurnas de LED. Já na traseira, mudanças ainda mais notáveis: as lanternas ganharam contorno formado por 192 LEDs – que as unem,  formando o desenho de uma pista de corrida.

No interior, também houve uma grande evolução. O volante tem novo desenho e novo logotipo da marca, o painel de instrumentos agora é totalmente digital e con gurável, a alavanca de câmbio deu lugar a um controle giratório e o sistema multimídia Uconnect ganhou uma tela maior, com 8,4 polegadas, mais funções e melhor usabilidade – está entre os melhores do mercado. Para completar, há novos opcionais, como o sistema de entretenimento traseiro (duas telas de 9 polegadas) e o alerta de colisão, entre outros itens.

Na mecânica, o motor Pentastar V6, com quase 300 cv, foi mantido, mas a grande evolução veio na transmissão. No lugar do antigo câmbio automático de cinco marchas, um dos poucos alvos de nossas críticas, há uma nova caixa de oito velocidades que, além de bem mais rápida e suave nas trocas, garante menor consumo de gasolina – que, no entanto, devido ao porte do carro, não é nenhuma maravilha. Segundo as normas dos EUA, similares às do nosso Inmetro, ele roda 7,2 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada. 

Esse novíssimo Durango chega em fevereiro ao Brasil. Não teremos mais duas versões como hoje (Crew e Citadel), mas apenas a Limited, que você vê nas fotos. O preço deve car um pouco abaixo do cobrado pelo atual Citadel, na faixa dos R$ 180.000. Um valor atraente, considerando seu tamanho generoso e seu bom pacote mecânico e tecnológico.

 

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