Carros elétricos não são tão “limpos” quanto parecem

Cadeia produtiva das baterias ainda enfrenta problemas que vão desde violações dos direitos humanos à poluição no processo de manufatura, aponta a Anistia Internacional

Divulgação

Considerados uma alternativa limpa aos veículos movidos por combustíveis fósseis, os carros elétricos não são tão “limpos” quanto parecem ser, aponta a Anistia Internacional.

Durante um evento sobre o futuro dos carros elétricos organizado pela Agência Internacional de Energia na Noruega, a organização não-governamental destacou que apesar desses veículos serem emissão zero, a cadeia de produção das baterias ainda está recheada de problemas.

A lista apresentada pela Anistia Internacional inclui desde violações aos direitos humanos ligada à extração dos minerais (que vão do uso de mão de obra infantil à mineração em áreas indígenas) à poluição emitida durante o processo de manufatura das baterias. Maiores fabricantes de acumuladores do mundo, China, Coreia do Sul e Japão são altamente dependentes de usinas elétricas alimentadas por carvão e outras fontes poluentes.

Por fim, a Anistia Internacional destacou que a indústria deve ser capaz de garantir que o descarte das baterias usadas seja feito de forma correta.

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