CITROËN DS4

CITROËN DS4

De linha de “alta-costura” da Citroën, a DS passa a ser uma marca totalmente independente – a única representante do luxo francês no universo automotivo. Lançada mundialmente em abril de 2010, a DS é um sucesso maior do que a encomenda: nesses pouco mais de quatro anos, já foram vendidos mais de meio milhão de carros com o logo DS no planeta – do pequeno DS3 ao crossover DS4, passando pela perua DS5

Entre 2018 e 2020, toda a oferta da DS será renovada, preparando a arca para a entrada no mercado americano – hoje sem participação de nenhuma fabricante francesa de volume. O primeiro modelo a ganhar uma nova geração será o DS4, ponto fraco da linha hoje (para se ter uma ideia, suas vendas são menores que as do DS5, que é maior e mais caro). Como uma possível explicação para esse relativo fracasso, a marca vê a baixa receptividade do público para o DS4, provavelmente por combinar um centro de gravidade alto com linhas que estão mais para as de um hatch do que para as de um SUV, como é costume nos crossovers. Assim, a nova geração do DS4, que ilustramos aqui com base em dicas dadas pelas nossas fontes e pelo carro-conceito Divine DS, exibido no Salão de Paris, em outubro, terá características bem diferentes. 

O DS4 de 2018 exibirá ainda uma carroceria de vanguarda, difícil de classi car, como a do DS5 – algo que a marca faz questão de manter, já que explica, em grande parte, seu sucesso. Vinte centímetros mais baixo que o DS4 atual e com 4,20 m de comprimento (8 cm a menos), ele combinará mais com as linhas de hatch médio/perua compacta – que evoluirão, é claro – e brigará de maneira mais direta com os principais rivais, Mercedes-Benz Classe A, Audi A3 Sportback e BMW Série 1. Os faróis combinarão as tecnologias de LEDs e a laser e o motor 1.6 THP terá a potência substancialmente elevada, podendo atingir até 270 cv (contra os 165 a 200 cv do atual). 

E a linha cresce

Enquanto apenas três modelos são vendidos hoje na Europa e no Brasil (DS3, DS4 e DS5), dois são exclusivos para o mercado chinês. O crossover/SUV DS 6WR, exibido no Salão do Automóvel de São Paulo para testar a receptividade do consumidor brasileiro, já está à venda na China desde setembro (e deve ser vendido aqui no ano que vem). Tem motor 1.6 THP de 202 cv e 4,55 de comprimento (1 cm mais que o Honda CR-V). Mas o modelo que fez mais sucesso na China é o DS5, que desde junho tem lá a versão três volumes LS. Tanto ela quanto o SUV são fabricados na China, em parceria com a Changan.

Infiniti QX20

Na sinergia entre Mercedes-Benz e Infiniti (marca de luxo da Nissan), seguindo um acordo de desenvolvimento, o CLA dará origem a um cupê de quatro portas da marca japonesa, como já contamos aqui. O GLA, por sua vez, originará um crossover de mesmo porte da In niti, o QX30. Disso já se sabia. O que descobrimos agora é que haverá também o QX20 – com design do cubano Alfonso Albaisa, criador do Juke. Trata-se de um crossover menor, com 4,20 m (mais ou menos o porte de um EcoSport). Com base nas tendências da marca, chegamos à ilustração que você confere aqui. Torça para a Infiniti retomar os planos de entrar no mercado brasileiro.   

SSANGYONG XIV

Há anos no Brasil, a coreana Ssangyong não conseguiu ainda uma participação expressiva em nosso mercado. A mecânica sempre foi boa e muitos culpavam o design polêmico pelos resultados. Mas isso vem sendo corrigido. O SUV médio Korando foi uma grata surpresa, em estilo e mecânica. Agora, a marca prepara um crossover menor, do tamanho do EcoSport, chamado por enquanto de XIV.Ele será lançado na Coreia do Sul no início de 2015, e deve chegar à Europa e ao Brasil ainda no ano que vem. Os motores serão 1.6 a gasolina ou diesel, e a tração pode ser dianteira ou integral. Aqui, em nossa projeção por computador, mostramos como deve car seu visual. 

TOYOTA MINI-RAV

Saudades do tempo em que o Toyota RAV4 era um crossover pequeno e com preço acessível? De olho nesse consumidor saudosista, a marca estuda agora lançar um modelo abaixo dele, uma espécie de “mini-RAV“ – e o carro-conceito C-HR, exibido no Salão de Paris, é o caminho para chegar a ele. A versão de produção chega em 2016 seguindoas tendências exibidas nos compatriotas – as linhas de cupê do Honda HR-V e o teto “ utuante” do Nissan Kicks concept. Abrindo mão de um pouco do seu conservadorismo, a Toyota teria muito a ganhar fabricando o modelo aqui no Brasil. Teria, assim, um passaporte de entrada para o desejado segmento de crossovers/SUvs compactos. Fiquem de olho, pois essa é uma fortíssima possibilidade.

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