Contato

“Comprei a Revista para ler a respeito do jipe do Novo Uno. Estou pensando em comprar um Cross- Fox e queria conhecer a opção da Fiat. Mas fiquei encantada com a revista. Li da primeira à última página. Ganharam uma nova leitora”!

@ Christiane Lousada

Consumo mínimo

Há dois meses comprei um Honda CR-V ExL 0KM e no final da semana fui viajar. Após ter percorrido cerca de 100 km parei em um supermercado, deixando minha esposa e meu filho ouvindo rádio. Não levei 40 minutos para retornar e quando fui ligar o veículo não havia mais bateria. Precisei chamar o seguro para fazer o carro pegar com o auxílio de outra bateria. Fui à concessionária para saber se tinha algum problema com a bateria ou com o alternador.

Mesmo antes que eu terminasse, o consultor técnico me informou que o ocorrido era normal e que o carro não pode mesmo ficar mais de meia hora desligado e com o rádio ligado. Tenho outros veículos e nunca ocorreu isto em tão pouco tempo de uso. Será que a bateria que a Honda está usando é de má qualidade, o alternador é insufi ciente ou existe erro de projeto?

@ Douglas ramos

O consumo de energia de um rádio ligado é mínimo e não pode descarregar a bateria em apenas 40 minutos. O que deve estar acontecendo com seu carro é uma falha elétrica, que pode ser por falta de retenção de carga da bateria ou insuficiência de carga do alternador.

” O Mercedes G 55 AMG me remete à imagem da Rural Willys dos anos 70. Em design, nada se cria, tudo se copia.”

@ Cláudio t. Filho

Leitor questiona a propaganda da Volkswagen Amarok

Elefante é exagero!

A Volkswagen lançou uma picape muito bonita, chamativa e elegante… Mas será que não é um exagero carregar um elefante?

@ walter Franco Jr.

Obviamente a propaganda é um exagero. O máximo de carga que uma Amarok pode carregar é uma tonelada, e um elefante pesa de três a cinco toneladas.

Rádio ligado descarregou a bateria de um CR-V em 40 minutos

Motor barulhento

Comprei um Voyage em janeiro e ele está com 5.000 km. Desde a compra ele apresenta barulho no motor. Estou com o carro aos pedaços, faz um barulho infernal e tenho vergonha de sair na rua com meu zero-quilômetro.

Desde então, estou indo à concessionária Volkswagen, aNP Gramado, onde fizeram vários testes e até agora não solucionaram o problema. o mecânico responsável até me falou que seria melhor que o motor quebrasse, pois seria mais fácil trocálo do que consertá-lo. Cheguei ao meu limite, não sei mais a quem recorrer, afi nal são seis meses sendo enrolado. Parece que o único culpado sou eu, por ter comprado um VW zero.

@ Josué meireles

O problema foi encaminhado para a Volkswagen, que, segundo informado à redação de MOTOR SHOW, entrou em contato com a concessionária e entregou um carro reserva para o cliente enquanto providenciam a troca do motor de seu carro.

Resposta do leitor:

Acredito ser uma pena termos que recorrer à imprensa quando temos que resolver um problema com uma grande montadora como a Volkswagen. De qualquer forma, agradeço à equipe da revista MOTOR SHOW por ter me auxiliado na solução. Estou realmente muito satisfeito com o trabalho de vocês.

A linha Toyota Hilux deve sofrer mudanças no ano que vem

Nova Hilux?

Pretendo comprar uma Hilux SW4 nova, em janeiro 2011, mas este modelo atual é praticamento o mesmo de 2005/2006. Existe alguma informação de troca radical de modelo nos próximos 12 meses, para que eu não compre um automóvel e logo em seguida ele mude?

@ Douglas Cesar

A Hillux sofreu uma reestilização há dois anos e, portanto, até o final do ano que vem ela deve sim mudar novamente. Mas até agora não temos nenhuma informação oficial dessa mudança.

Peças caras demais

No comparativo entre Captiva, Journey e CR-V, da edição 329, foi divulgado o valor de R$ 140 para a palheta do limpador (par) da Captiva. Convicto desta informação fui à Contorno Veículos, de Aracaju (SE), concessionária da GM, e fiquei surpreso ao ser informado que o preço de cada palheta (isto mesmo, o preço cobrado é por cada peça) era um pouco mais que R$ 174. Embora a reportagem tenha ressaltado que os preços poderiam apresentar variações, não se justifica uma concessionária da marca apresentar uma majoração de 250%, aproximadamente.

@ José Ricardo de A. Araújo

De fato os preços variam entre os concessionários, em especial, no caso da GM. Isso já foi, inclusive, criticado por nós na edição 323 em que os preços de revisão do Captiva variavam de R$ 118 a R$ 2.000, dependendo da autorizada. Para diminuir essa margem de erro, consideramos sempre a média feita com o orçamento de, no mínimo, três revendas. Mas a dica é: procure outro concessionário.

Erratas

Diferentemente do que foi publicado na ficha técnica da seção Moto, o nome da motocicleta avaliada na edição 329 é Honda CBR 1000RR. Todas as informações que constam no resto da ficha estão corretas.

Na edição anterior (Teste Rápido do Pajero Dakar), informamos que o Land Rover Discovery S tem sete lugares, mas ele tem cinco. Só as versões mais caras têm os dois assentos extras.

O selo MOTOR SHOW de emissão de CO2

A emissão de CO2 (dióxido de carbono) dos veículos avaliados por MOTOR SHOW é calculada com base no consumo dos carros e com dados sobre nosso combustível. Quanto maior o consumo, maior a emissão do gás, responsável pelo aquecimento global. A cor do selo varia conforme as emissões do veículo, como mostra a tabela abaixo. Se a marca não divulga consumo, ganha selo vermelho.

ETANOL: CO2 = zero

Nos carros flex, rodar com etanol é benéfico para o meio ambiente. Além de a emissão de CO2 do motor ser mais baixa, ela é reabsorvida pelo cultivo da cana (e por isso a consideramos ZERO). E há mais uma vantagem: segundo estudos da Embrapa, se considerarmos todo o processo produtivo dos combustíveis, usar o etanol reduz em 73% as emissões de CO2 na comparação com o uso da gasolina.

O consumo real

Em nossas fichas técnicas, mostramos dois dados de consumo. O primeiro é laboratorial e segue a norma NBR 7024. No segundo, consumo real, aplicamos redutores, os mesmos usados pelo Inmetro no Programa de Etiquetagem Veicular. Na cidade, reduzimos o número em 23%, e na estrada, em 29%. O valor obtido representa o consumo mais provável de ser alcançado por motoristas comuns, em condições não controladas.

Perguntas e sugestões devem ser remetidas para:

Redação MOTOR SHOW

Rua William Speers, 1.088, sala 31, Lapa – São Paulo (SP) CEP 05067-900 Fax (0xx11) 3618-4324. e-mail:

leitor@motorshow.com.br

Todas as cartas e e-mails devem conter nome completo, endereço e/ou telefone para contato

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