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“Acompanhei a primeira reportagem que vocês zeram sobre o novo sedã da Mercedes há dois anos, quando ainda não existiam nem protótipos rodando. Vocês foram certeiros. Exatamente como foram com a notícia exclusiva da BMW no Brasil. Parabéns. Pela edição de março, muito boa!”

@ Mariano Prado

“Sinceramente, eu duvido que a Mercedes volte a fazer carros no Brasil. Repetir o asco do Classe A? Eles não são malucos!”

@ Eugênio Campos Dutra

Um EcoSport econômico?

Vocês estão de parabéns, adorei a reportagem que fala do novo Ford EcoSport (edição 347). O carro é show de bola! Espero ver esse carrão rodando por aí em breve. Aproveitando, gostaria de saber se o novo Eco vai ser tão beberrão quanto o atual.

@ Geraldo Rossini Pereira

Bem Geraldo, trata-se de um carro totalmente novo. Plataforma, conjunto mecânico, design… Tudo mudou. Por isso, é difícil a rmar se ele será um carro econômico ou não. As marcas de uma forma geral – e a Ford se inclui aí – estão trabalhando para ter carros cada vez mais e cientes em termos de consumo e emissão de poluentes. Isso passou a ser premissa em todos os novos projetos. Assim, podemos esperar, sim, uma redução de consumo no EcoSport. Mas certeza mesmo só termos quando ele chegar às ruas.

Como tirar o risco

Arranhei a frente de acrílico do painel de instrumentos de meu Fox 2011/2012. Estava fazendo a limpeza com jornal e, por descuido, aconteceu o acidente. Existe uma forma de retirar esses arranhões?

@ Marcos Vinicius Pinheiro Leite

É possível solucionar o problema com polimento no local afetado. Existem lojas especializadas em embelezamento automotivo – cristalização da pintura, limpeza dos bancos, polimento de farol – que podem executar esse tipo de serviço. Mas tudo depende da profundidade do risco. Se o estrago tiver sido muito grande, não terá jeito e a troca a peça é a única saída. O problema é que o acrílico não é vendido separadamente e o painel de instrumentos completo sai por, aproximadamente, R$ 1.000, mais a mão de obra de cerca de R$ 180.

Injustiça ao Cruze

Na edição 347, notei uma incoerência na tabela “Modelos mais emplacados” da seção Mercado & Serviços. O Corolla está na 14ª posição (com 6.261 unidades emplacadas) e o Cruze na 23ª (com 3.266 unidades emplacadas em dezembro). Já na tabela “Modelos mais vendidos por seguimento”, verifiquei que em relação aos sedãs médios, o Corolla obteve a 1ª colocação (com 6.261 unidades vendidas) e, em segundo, aparece o Civic (com 523 unidades comercializadas em dezembro). Nesse caso, o Cruze não seria o sedã médio na segunda colocação, com 3.266 unidades emplacadas?

@ Adilson Carvalho da Fonseca

Você tem razão, Adilson. Na verdade, as duas informações estão corretas. Na tabela “Modelos mais vendidos por segmento” da edição citada, a classi cação foi feita pelo total acumulado em 2011 e não pelas vendas de dezembro. Por isso, o Civic, com 22.862 unidades emplacadas, aparece em segundo lugar.

Fusca Baja

Quero transformar meu Fusca em um Baja. Sei que existem kits à venda na internet, mas como caria a documentação? Será que ela precisa ser alterada?

@ Danilo Santos

Sim, Danilo. Segundo o Sindicato dos Despachantes do Estado de São Paulo, a modi cação deve ser realizada por uma empresa homologada pelo Detran de seu Estado, com emissão do laudo competente e cadastrado no Renavam. Dessa forma, você consegue acertar a documentação. Existem algumas (poucas) empresas que fazem esse trabalho burocrático. Na cidade de Itu (SP), empresa Penatti Réplicas (especializada na modi cação do Fusca Baja) oferece o kit em bra, com mão de obra e documentação tudo por cerca de R$ 2.000. O site da empresa é www.penatti.com.br.

“Parabéns à Chevrolet pela nova S10. Valeu a pena esperar tanto por essa novidade. Ficou demais!”

@ Adilson Lima Jr.

Flex nem sempre é bom

No comparativo da edição 347, entre os sedãs Toyota Corolla, Honda Civic e Peugeot 408 THP, o jornalista afirmou que o único pecado do motor do francês era não ser flex. Eu discordo. Esses motores bem calibrados “apenas” para gasolina são exatamente o que eu procuro ao adquirir um novo veículo. Aqui no sul do País, o etanol custa quase R$ 2,50 e ser flex deixa de ser vantajoso. Parabéns à Peugeot!

@ Humberto Hepp

Outro ponto de vista

Li a reportagem comparativa entre Civic Corolla e 408 THP. Gostei muito e o carro que mais me agradou foi, sem dúvida, o 408, por vários motivos. O mais importante deles é justamente aquele que a revista considerou um pecado: o fato de não ser flex. No sul do País, esta é a melhor notícia que uma montadora poderia nos dar. O etanol aqui é muito caro, faz mais de dois anos que não consigo abastecer meu carro com ele. Além disso, o carro flex, quando abastecido com gasolina, gasta mais que um acertado apenas para esse combustível.

@ Everson Brum

Indústria protegida!

A indústria automotiva que se instalou no Brasil foi favorecida por mais de 30 anos de reserva de mercado. Além da interdição total da importação de veículos, sempre desfrutaram de outras “proteções”. E tudo isso deu no que deu: estagnação tecnológica, mercado cartelizado e preços elevados. Aquele que se der ao trabalho de fazer a conversão para Reais de hoje vai descobrir que um Del Rey custava o que custa hoje um BMW 318. E isso com os atuais 35% de Imposto de Importação e IPI majorado nas costas da BMW. Tudo para proteger a indústria local que, em seus países de origem concorrem com chineses e coreanos sem ter como recorrer a proteções do governo. Pelo andar da carruagem (!), poderemos voltar aos Opala e Del Rey… só que a preço de Mercedes.

@ Heitor Resende

Envelopado por dentro

Gostaria de saber se o envelopamento automotivo pode ser feito também nas partes internas do veículo como no painel?

@ Vinícius Ramos de Faria

Vinícius, segundo a empresa Preto Fosco, de São Paulo (SP), o interior pode, sim, ser envelopado. Mas, só é indicada sua aplicação do adesivo em locais onde a superfície não seja áspera ou cromada.

 

 

Sem reclamação

Comprei um Cruze e estou apaixonado. Tenho lido reclamações de consumo, de barulho. O meu não tem barulho algum e, em média tenho feito 10,7 km/l na cidade.

@ Carlos A. Matheus

O selo MOTOR SHOW de emissão de CO2

A emissão de CO2 (dióxido de carbono) dos veículos avaliados por MOTOR SHOW é calculada com base no consumo dos carros e os dados sobre nosso combustível. Quanto maior o consumo, maior a emissão do gás, responsável pelo aquecimento global. A cor do selo varia conforme as emissões do veículo, como mostra a tabela abaixo. Se a marca não divulga consumo, ganha selo vermelho.

ETANOL: CO2 = zero

Nos carros flex, rodar com etanol é benéfico para o meio ambiente. Além de a emissão de CO2 do motor ser mais baixa, ela é reabsorvida pelo cultivo da cana (e por isso a consideramos zero). E há mais uma vantagem: segundo estudos da Embrapa, se considerarmos todo o processo produtivo dos combustíveis, usar o etanol reduz em 73% as emissões de CO2 na comparação com o uso da gasolina.

O consumo real

Em nossas fichas técnicas, mostramos dois dados de consumo. O primeiro é laboratorial e segue a norma NBR 7024. No segundo, consumo real, aplicamos redutores, os mesmos usados pelo Inmetro no Programa de Etiquetagem Veicular. Na cidade, reduzimos o número em 23%; na estrada, em 29%. O valor obtido representa o consumo mais provável de ser alcançado por motoristas comuns, em condições não controladas.

Perguntas e sugestões devem ser enviadas para:

Redação MOTOR SHOW

Rua William Speers, 1.088, sala 31,

Lapa – São Paulo (SP) – CEP 05067-900

Fax (0xx11) 3618-4324.

e-mail: leitor@motorshow.com

Todas as cartas e e-mails devem

conter nome completo, endereço e/ou

telefone para contato.

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