Disputa curva a curva em Interlagos


O esquema abaixo mostra o circuito de Interlagos e a velocidade máxima atingida por cada um dos Corsa em diferentes pontos da pista, conforme as medições realizadas pela MOTOR SHOW. Não foi só o motor que definiu a ampla vantagem do modelo de competição, bicampeão do Brasileiro de Endurance. Todos os detalhes dos carros, como pneus e sistemas de freios e suspensão, são fundamentais para o bom desempenho nas pistas.

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Lado a lado no autódromo de Interlagos, os dois Corsa mostraram seu potencial. Claro que o modelo de competição levou vantagem em relação ao econômico 1.4

MOTOR SHOW comparou o bicampeão com um Corsa 1.4 de série no autódromo de Interlagos (São Paulo). Pudemos, assim, avaliar o que a preparação fez de bom com o Corsa de corrida para torná-lo mais veloz. O motor 2.0 16V teve como ponto de partida a mesma unidade que já equipou o Vectra e o Astra GSi. Válvulas e seus comandos, dutos do cabeçote, taxa de compressão, sistema de alimentação (quatro borboletas de 50 mm), pistões, bielas, virabrequim, embreagem… Tudo foi alterado visando o maior regime de rotações. Assim se chegou aos 203 cv, mais de 100 cv/litro. O câmbio é igual ao utilizado pelo Astra e as relações de marcha são iguais às encontradas na linha GM original, adequadas a cada circuito. Os freios dianteiros e traseiros são maiores, idênticos ao do Astra GSi, e o material das pastilhas de freio especial. Os amortecedores são os holandeses Koni com regulagem de carga e molas especiais. A distribuição da carga dos freios é feita pelo piloto dentro do carro, de acordo com as condições da pista e quantidade de combustível no tanque de 80 litros. O sistema de direção é elétrico (o mesmo da Meriva de exportação, sem bomba hidráulica). A telemetria (que permite aos boxes saber como está o carro e a pilotagem) é da AIM.

Ao invés de serem passadas via bluetooth para os boxes (opção mais cara), as informações (velocidade nas rodas, localização do traçado via GPS, temperatura do escapamento, das câmaras de combustão, do óleo, da água, do ar, ângulo do volante, rotação do motor, quanto o piloto está pisando no acelerador, tempo de volta e tempo de corrida) são acumuladas em uma memória e depois passadas para um laptop. Pelas medições, o Corsa Racing faz de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos e chega na freada do S do Senna a 203 km/h (um km/h por cv do motor), enquanto o 1.4 normal chega ao mesmo ponto a 160 km/h. Sem dúvida, um banho de desempenho do bicampeão.

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