Economia básica


Um logotipo identi ca a nova versão, sem acréscimo no preço sugerido

Na Volkswagen, a estratégia de produzir carros com menos consumo de combustível e menor emissão de poluentes é conhecida mundialmente como BlueMotion. No Brasil, o único representante desse conceito é o Polo, que leva a marca como sobrenome. Mas a montadora acaba de lançar, em sua linha 2011, mais um produto com essa filosofia, ainda que usando recursos mais acessíveis.

Por contenção de custos, o Gol Ecomotion não tem mudanças na carroceria para melhora da aerodinâmica – como acontece com seu primo mais caro -, mas, ainda assim, oferece uma economia significativa de 10% em relação ao modelo convencional. Na cidade, as médias são de 10,9 km/l (etanol) e 15,6 km/l (gasolina). Já no uso rodoviário, são, respectivamente, de 13,8 km/l e 19,2 km/l. A base utilizada para a “preparação” foi um Gol G4, obviamente, para ter um preço competitivo frente ao Fiat Mille Economy (que continua um pouco mais barato). Foram feitas duas mudanças principais, e cada uma delas é responsável por uma redução de 5% no consumo final.

Os bancos têm novo revestimento (e o do motorista, regulagem de altura) e os itens de série são escassos: ajuste interno dos retrovisores e cintos dianteiros com regulagem de altura. Um indicador digital de consumo instantâneo (econômetro), no painel, ajuda o motorista a gastar menos combustível

No motor, a central eletrônica compensa as mudanças na transmissão

Primeiro, os pneus 175/70 R13 foram substituídos por outros menores (165/70 R13), produzidos com compostos diferenciados, que resultam em uma menor resistência à rolagem e calibrados com uma pressão de enchimento maior (são 39 PSI na dianteira e 32 PSI na traseira). Na prática, se o motorista estiver a 70 km/h e colocar o carro em ponto morto, quando o modelo “verde” parar completamente terá rodado cerca de 200 metros a mais. Isso significa que o Ecomotion, com os pneus especiais, gasta menos energia para se manter em movimento.

Assim você judia menos do acelerador e economiza combustível. Para compensar a maior pressão dos pneus e manter o nível de conforto do carro, a suspensão foi retrabalhada com alteração das cargas dos amortecedores.

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