Edição 439

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    Ambas têm caçamba, mas em alguns aspectos se opõe: a americana é chamativa e bruta; a japonesa, tradicional. Toyota Hilux agora ou Jeep Gladiator depois?

    A solução de propulsão dupla mais consolidada, desenvolvida há muito tempo pela Toyota, conta com a presença de uma bateria e um ou mais motores-geradores, que trabalham em conjunto com uma unidade a combustão, ou – por períodos muito curtos – a substituem

    Você é um motorista de fim de semana ou um verdadeiro devorador de quilômetros? Vai trabalhar de transporte público ou usa o carro também na cidade? Ajudamos você a encontrar a solução certa para cada necessidade

    É fácil prever uma difusão cada vez mais rápida dos carros elétricos movidos a bateria, que é impulsionada por avanços em autonomia e desempenho. Mas a sustentabilidade real deles permanece ligada à fonte de produção de energia utilizada

    No processo de eletrificação, os híbridos plug-in ​​seguem o padrão dos full hybrids, mas têm baterias bem maiores: se alimentadas regularmente, permitem rodar dezenas de quilômetros no modo elétrico

    O método básico de eletrificação está nos híbridos “leves”: ao motor tradicional, soma-se um motor-gerador que ajuda na partida e recupera energia, reduzindo o consumo total

    O desaparecimento dos motores tradicionais a combustão não é iminente, mas suas características estão mudando. Eles ficaram menores e geralmente são turboalimentados e/ou aprimorados para serem auxiliares em carros híbridos

    O Renault Sandero da geração passada é uma boa alternativa para quem busca um hatch com bom espaço interno e uma manutenção barata e extremamente simples

    Bonita e robusta, a Ford Ranger Black conquistou nossa equipe no uso cotidiano. Mas só porque não costumamos encarar atoleiros e aventuras

    “Quando fomos companheiros de equipe da McLaren em 1974, trabalhamos bem juntos para conquistar o primeiro campeonato de construtores de F1 da McLaren – e ele me ajudou a vencer o primeiro campeonato de pilotos da McLaren na F1.”

    Os carros elétricos são cada vez mais numerosos no mercado, mas não são a solução mágica que alguns tentam vender. Entenda por quê

    O novo modelo 100% elétrico Hyundai Ioniq 5 traça um novo rumo para a marca, com design inconfundível e muito espaço interno – além de 300 cv, baterias que se carregam em 18 minutos e sistema que usa luz solar para viajar até 2.000 km por ano

    Versão de emissão zero do GLA, o Mercedes-Benz EQA é a porta de entrada para o mundo dos SUVs elétricos da marca. Bem construído e apurado tecnologicamente, só decepcionou pelo consumo alto

    O Renault Sandero GT-Line é um ótimo compacto urbano para quem busca espaço e economia, mas gosta de esportivos – mesmo que seja só no visual

    O Ford Bronco Sport chega com qualidades que vão da dinâmica acertada à valentia no off-road. Um SUV versátil, divertido e com design cheio de personalidade

    Reestilizada e com motor 1.3 turbinado, a Fiat Toro ficou melhor de guiar. Só fica devendo mais valentia na terra, mas para isso há as opções 4×4 a diesel

    Fugindo dos paradigmas do segmento, o novo Citroën C4 aposta em uma carroceria da moda, mas que ecoa o passado. Muito econômico, seu motor três cilindros aposta no conforto. E é candidato a ser fabricado no Brasil

    “Primo” do Captur, o SUV-cupê Renault Arkana estava originalmente destinado apenas ao mercado russo, mas já chegou à Europa – e agora está sendo estudado para o Brasil

    O novíssimo Volkswagen Taos chega para desafiar o líder de vendas Jeep Compass, agora com motor turbo, e o Toyota Corolla Cross, outra novidade quentíssima. Qual é o melhor SUV médio?

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