ELÉTRICO: BMW i3

O precursor de um mercado atraente

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A categoria que já desponta como pioneira premia o também pioneiro no mercado. Apesar de modelos como Renault Twizzy e Nissan Leaf terem feito uma graça por aqui na forma de veículos de teste, coube ao i3 ser um dos primeiros carros 100% elétricos vendidos oficialmente no Brasil, em 2015 (juntamente com o esportivo híbrido i8, também da BMW). Em junho de 2018 o hatch médio chegou renovado. Para-choques, rodas e acabamento interno foram alterados neste primeiro facelift. Já o conjunto mecânico é o mesmo: motor elétrico de 170 cv e câmbio CVT.

As baterias de 94Ah são novas, fazendo a sua autonomia subir de 180 para 225 km quando colocado no modo 100% elétrico. O grande diferencial do i3 é justamente a dirigibilidade digna da marca alemã. Apesar da ausência de ronco do motor e do zumbido das acelerações, o i3 não nega ser um BMW. A aceleração de 0-100 km/h é feita em 8,1 segundos, com o desempenho linear da caixa CVT de única marcha à frente. Na estrada, chega a velocidades de cruzeiro de forma cadenciada – a máxima é de 150 km/h.

Há ainda o motor de moto a gasolina, de 647 cm³, chamado de extensor de autonomia para não deixar o motorista na mão. Esse propulsor a combustão alimenta as baterias e garante mais 150 km de viagem. É possível relaxar se a viagem for entre Rio e São Paulo. A BMW firmou parceria com uma empresa de energia elétrica. Foram instalados seis postos de recarga na Via Dutra, que formam um corredor elétrico de 430 km entre as duas metrópoles – uma ideia sensacional.

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