Era só o que estava faltando

Grande parte dos 3,5% de participação de mercado conquistados pela Peugeot no Brasil se deve ao visual ousado de seus modelos. Entre os que alcançaram mais simpatia está este 307 hatch. Posicionado em um segmento bastante concorrido, o 307 figura entre os quatro primeiros na lista de mais vendidos. De acordo com dados da Fenabrave, no mês de março foram comercializadas 1.248 unidades do modelo. Esse número o coloca na quarta posição do segmento de hatches médios, que é liderado pelo Punto (1.594 unidades). Ou seja, a briga está realmente acirrada, com uma diferença pequena. E agora a marca francesa tirou mais uma carta da manga e passou a disponibilizar a opção bicombustível em seu propulsor 2.0.

Por enquanto, apenas a versão Feline com transmissão automática, tanto na carroceria hatch como na sedã, dispõe do motor flexível. Por ser a configuração mais completa, sua lista de equipamentos é bastante generosa. Entre os principais mimos estão o espelho antiofuscamento, o ar-condicionado de duas zonas, os retrovisores com rebatimento elétrico, o teto solar e os bancos em couro.


Sua dirigibilidade continua a mesma. Com respostas rápidas tanto de volante como de motor, o modelo se sai muito bem na cidade. Mas o câmbio automático às vezes fica um pouco confuso, passando marchas precocemente ou demorando para reduzir a ponto de fazer o carro chegar próximo de apagar o motor, principalmente nas lombadas.

No mais, é uma boa opção de compra. Espaço, conforto e bom pacote de equipamentos são suas principais armas. Com o motor flexível, a oferta fica ainda mais tentadora.

 

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