Especial de eletrificação: diesel, híbrido, plug-in ou elétrico; qual é o melhor para você?

Você é um motorista de fim de semana ou um verdadeiro devorador de quilômetros? Vai trabalhar de transporte público ou usa o carro também na cidade? Ajudamos você a encontrar a solução certa para cada necessidade

Como você viu nos especiais que publicamos na edição 439 da revista MOTOR SHOW (leia mais aqui), e aqui no site na última semana, a indústria automotiva jamais ofereceu uma gama tão ampla de opções tecnológicas. Para cada uma delas, destacamos vantagens e desvantagens, e, sobretudo, identificamos o tipo de usuário ao qual são mais adequadas, dos híbridos leves aos carros 100% elétricos. Na primeira parte, mostramos as novas tecnologias dos motores a combustão (leia aqui), que não vão ser aposentados tão cedo. Na segunda, falamos dos híbridos leves (leia aqui). Na terceira, falamos dos full hybrids, os híbridos completos (leia aqui). Na quarta parte, falamos dos híbridos plug-in, ou plugáveis (leia aqui), que são o elo entre os carros com motor a combustão e os carros totalmente elétricos – pois resolvem o problema da “ansiedade da autonomia”. Por fim, chegamos ao carro 100% elétrico (leia aqui). Agora, criamos um “jogo” para você saber qual é o melhor para você.

Mudanças rápidas

Os melhores caminhos para a escolha são resumidos neste “tabuleiro” – que, a partir das necessidades do usuário, o direciona para a melhor solução. É quase um jogo, com inevitáveis ​​simplificações – mas, até certo ponto, pois qualquer escolha errada pode ter consequências negativas na satisfação e no orçamento familiar. Um aviso: nada é imutável, hoje mais do que nunca. Portanto, é fundamental estar sempre bem ligado nas notícias. Clique na imagem para ampliar o tabuleiro em uma nova aba. 

elétrico
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Glossário 

TCO

Esta é a sigla, em inglês, para custo total de propriedade: um conceito usado nas frotas corporativas, mas com o qual teremos que nos familiarizar para fazer a escolha certa. Na verdade, indica o custo real de aquisição e uso do carro, levando em consideração todos os aspectos: do consumo real — o PBEV é uma boa fonte — aos impostos, da manutenção à desvalorização que ocorre ao longo dos anos.

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