Eu sou uma rocha


O motor 2.0 diesel é um dos grandes destaques da picape da VW

No dialeto dos esquimós da Groenlândia, a palavra Amarok significa lobo. Mas a escolha desse nome para a picape da Volkswagen parece ter sido pautada muito mais pela sonoridade do que pelo seu significado. A montadora não confirma, mas o que se fala no mercado é que os marqueteiros adoraram o fato de a pronúncia, em inglês, de Amarok lembrar a da frase “I’m a rock” (). De fato, esse modelo foi desenvolvido para ser quase indestrutível. Os técnicos da VW levaram as principais picapes médias do mercado para uma bateria de testes no deserto. Depois de dois meses, a única que permaneceu inteira foi a Hilux. Então, a marca alemã, decidiu que partiria dela para projetar sua picape e aperfeiçoaria, ainda mais, sua qualidade e resistência. Isso tudo pode não fazer muita diferença para quem usa esse tipo de veículo para rodar na cidade, mas é bem importante para aqueles que realmente precisam de uma picape para carregar muita carga.

Os assentos têm ajuste de altura, e o volante regula também a profundidade. De série, há ar, desembaçador, CD/MP3 com entradas auxiliares USB, SD Card e bluetooth e porta-objetos. As travas e os vidros elétricos (função um toque) são opcionais, assim como as rodas de liga 16”

Até agora, esses empresários não viam a Amarok como uma opção porque, apesar de sua robustez e da enorme rede de assistência da marca, ela só era oferecida com cabine dupla. Este mês, a chegada da cabine simples muda as coisas. Com foco no trabalho, ela custa a partir de R$ 78.900 e tem tudo para cativar os frotistas. A versão avaliada, topo de linha, tem tração 4×4, reduzida, bloqueio de diferencial

e ESP e sai por R$ 85.990 – R$ 10 mil a menos que a cabine dupla.

Com a diminuição do habitáculo, a caçamba cresceu e está entre as maiores da categoria. Perde para a Hilux apenas no comprimento do compartimento de cargas, mas supera a líder nas outras medidas: é mais funda e mais larga, além de ter a maior distância entre as caixas de roda. No total, são 1.814 litros de volume contra 1.583 litros da Toyota. O motor 2.0 16V turbodiesel tem 122 cv e ótimos 34,7 kgfm. O câmbio é manual de seis marchas com engates curtos e bastante precisos. Há força em qualquer faixa de giro. Por isso, a picape média arranca com vigor. As suspensões têm esquema robusto, com rodas independentes na dianteira e feixe de molas e a estabilidade é garantida por inúmeros equipamentos eletrônicos.

Os dois ocupantes viajam com espaço de sobra. Embora sem mimos, o acabamento agrada: é muito semelhante ao de alguns carros de passeio de entrada. O destaque são os úteis 25 cm de espaço atrás dos bancos que permitem armazenar pequenas bagagens. Com a chegada dessa nova versão, a Amarok tem mais um trunfo para deslanchar em vendas. Vamos ver quanto tempo ainda a VW vai levar para lançar a opção automática. Sem ela, a liderança de mercado é algo impossível.

Volkswagen Amarok Cabine Simples

MOTOR quatro cilindros, 2,0 litros, 16V, injeção direta, turbo TRANSMISSÃO manual, seis marchas, tração nas quatro rodas selecionável com reduzida DIMENSÕES comp.: 5,25 m – larg.: 1,94 m – alt.: 1,82 m ENTRE-EIXOS 3,095 m CAÇAMBA 1,814 m³ PNEUS 245/70 R16 PESO 1.898 kg • DIESEL POTÊNCIA 122 cv a 3.750 rpm TORQUE 34,7 kgfm a 1.750 rpm VELOCIDADE MÁXIMA 160 km/h 0 – 100 km/h 13,4 segundos CONSUMO não disponível CONSUMO REAL não disponível

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