Made in Brazil

MERCEDES CLC R$ 124.900

O beak-light na tampa do porta-malas e o desenho do pisca são novidades do CLC

Lançado na Europa no início deste ano, só agora o CLC 200 Kompressor começa a ser vendido aqui, em sua terra natal. O modelo é produzido na fábrica da Mercedes, que fica na cidade de Juiz de Fora (MG) e de lá é exportado para 30 países.

Segundo a marca, o carro não é apenas montado aqui; aproximadamente 30% de suas peças são nacionais e 70% de toda a sua estamparia é feita no País. Por dia, saem da linha cerca de 94 unidades do CLC, com cinco opções de motor, mas no Brasil estará disponível apenas na motorização 1.8 de 184 cv. Por R$ 124.900, é um dos veículos mais baratos da marca no País.

O CLC chega para substituir o Sport Coupé, que parou de ser vendido em 2005. Montado sobre a mesma plataforma de seu antecessor, o CLC traz as novas linhas de design da família. O maior destaque fica na parte traseira, onde a lanterna está menor e o break-light – composto por 24 leds – forma uma faixa de luz acima do porta-malas. O carro ficou com visual descolado e, ao mesmo tempo, elegante.

O interior garante boa posição ao motorista, mas faltam comandos elétricos para os bancos. Borboletas para as trocas de marchas cairiam bem

O eficiente motor 1.8 e os pneus de perfil baixo colaboram para uma tocada bastante esportiva

O propulsor atende bem aos comandos do pedal direito, tanto em retomadas quanto em altas velocidades. Seu câmbio automático oferece a opção sequencial na alavanca (passando as marchas para o lado direito e reduzindo-as para o esquerdo).

Dirigir o CLC desse modo é bem gostoso, mas uma opção das trocas por meio de borboletas no volante deixaria sua pilotagem ainda mais divertida. Para definir seu comportamento dinâmico, esportivo seria o melhor adjetivo. Mesmo acima dos 140 km/h é possível contornar curvas sem grandes problemas.

Ele, literalmente, gruda no chão. Isso por conta dos pneus de perfil baixo (225/45 na dianteira e 245/40 na traseira), do controle de estabilidade e da suspensão Direct Control, que reconhece o tipo de condução e altera sua configuração para se adaptar ao estilo do motorista. Por dentro, o CLC oferece conforto, sem muito espaço. Levando quatro pessoas, ninguém viaja apertado, desde que nenhum dos ocupantes tenha mais de 1,80 m de altura.

A posição de dirigir é agradável e o banco acomoda muito bem o corpo, fazendo com que o motorista “vista” o carro. O que espanta é a ausência de comandos elétricos para regular os bancos. A regulagem do encosto, que fica entre o banco e o porta-objeto central, é de acesso muito difícil. Visual agressivo, bom desempenho e lista de equipamento mais enxuta que a de outros Classe C são as principais características deste cupê, que pretende concorrer com BMW 120i 2.0 (150 cv) que custa R$ 128.451, e com o Audi A3 Sportback, que traz motor 2.0 TSi de 200 cv e sai por R$ 125.277.

 

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