MONOVOLUME: Citroën C4 Picasso

Vitória do encontro entre inteligência e eficiência

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A exemplo das peruas, os monovolumes também foram preteridos pelos brasileiros na hora de escolher o carro certo para levar toda a família. Talvez em virtude disso, os fabricantes se esforcem para fazer minivans e monovolumes cada vez mais atraentes. O caso do C4 Picasso é clássico e sua evolução nos últimos cinco anos não tem paralelo no segmento de SUVs. Com espaço interno para uma família de cinco jogadores de basquete, de quebra ele ainda consegue agradar mais quem dirige do que quem viaja confortavelmente instalado.

Seu motor 1.6 THP, turbo, apesar da ausência de um módulo flex, coloca em um ponto de equilíbrio as premissas de desempenho e consumo. Ao mesmo tempo em que leva seus 1.405 kg de peso da imobilidade aos 100 km/h em apenas 8,4 segundos, atinge formidáveis média de consumo. Na cidade, o monovolume belisca os 10 km/l; na estrada, passa dos 12 km/l. E como se apenas isso e seu formidável porta-malas com 537 litros não bastassem, ainda dá um show de tecnologia e desenho. É raro não se impressionar com o estilo criado por Donato Coco.

Os faróis afilados acima dos para-choques fizeram escola até na concorrência (o desenho da picape Fiat Toro não é mera coincidência), mas a melhor parte está lá dentro. Disponível para 2019 só na versão Intensive, traz de série equipamentos que você só encontraria em modelos com preços muito acima dos R$ 144.490 pedidos por ele, como faróis auto-direcionais de xenônio, teto panorâmico, painel de instrumentos digital, vidros traseiros levemente escurecidos, bancos traseiros deslizantes e até GPS em 3D na central multimídia.