Mudanças bem-vindas. Predicados mantidos

Fotos: Caio Matos

O Honda Fit é um carro “certinho” de dirigir. Nesta terceira geração, ele continua agradável ao volante e ainda ganhou um visual arrojado. Mais esportivo e aerodinâmico por fora, também ganhou uma injeção de ânimo sob o capô. Diferentemente da geração passada, que tinha a opção de mecânica 1.4, todas as versões do Fit trazem motor 1.5 ex, que tem novo comando de válvulas, nova taxa de compressão (11,4:1). 

Na edição passada avaliamos a versão EXL automática, com transmissão CVT (continuamente variável). Agora, fomos a Florianópolis (SC) para conferir o desempenho do Fit manual de cinco marchas, disponível nas versões DX (R$ 49.900) e LX (R$ 54.200). As relações mudaram: a primeira marcha foi encurtada em 5% e a quinta cou 5% mais longa. Apesar do torque máximo de 15,3 kgfm disponível a 4.800 rpm, o Fit tem boas saídas e a 100 km/h a agulha do conta-giros aponta 3.000 rpm, cooperando no consumo – o computador de bordo indicou autonomia média de 10 km/l com etanol em ciclo misto de cidade e estrada. 

Já o acabamento dessa versão LX usa muito plástico e o quadro de instrumentos traz o velocímetro no centro e iluminação em vermelho. O rádio é simples, mas tem entrada USB. A central multimídia com tela de 5”, que projeta as imagens da câmera de ré com três ângulos de visão, está disponível somente nas versões EX (R$ 67.900) e EXL (R$ 65.900). Belo por fora e bom de guiar, o Fit tem tudo para 
continuar agradando aos consumidores que procuram por racionalidade ao volante. 

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