Ninja 250R versão Brasileira


Olhando de longe, a cor verde-limão já faz pensar em uma Kawasaki. Mas a impressão que se tem da Ninja 250R é que reduziram em perfeita escala uma Ninja ZX-6R ou uma ZX-10R, tamanha sua semelhança com as irmãs maiores e mais velhas. O farol duplo tem um formato que confere uma aparência agressiva, um olhar furioso.

Se a agressividade do desenho é latente e agrada, em outros pontos falta o mesmo espírito e modernidade. O painel é um ponto fraco, obsoleto – tem gra smos e design ultrapassados, lembrando as Ninja da década de 90. Apesar disso, mostra todas as informações necessárias: medidor de temperatura, velocímetro e contagiros analógicos, hodômetro parcial e total e luzes espia de reserva de combustível, injeção eletrônica e óleo.

Apesar da aparência e DNA das irmãs, a Ninja 250R tem chassi tubular em aço no formato diamond, que confere ao modelo bom comportamento mesmo nas curvas mais travadas, garantindo estabilidade e segurança. Em baixa velocidade, manobrar a moto é muito incômodo, dado o entre-eixos de 1,4 metro, mais longo que o da maioria das 250 cm3. Mas, ao mesmo tempo, essa característica confere ao modelo um comportamento confortável, porém rme nas retas mais velozes e nas curvas feitas em alta velocidade.

A posição de pilotagem é de uma esportiva: o banco é levemente inclinado para a frente, no como em uma superbike. Sob o banco da garupa, há um compartimento para guardar documentos (e ele pode ser trocado por uma capa se você preferir). As pedaleiras estão bem posicionadas e a moto conta também com um semiguidão, como é de praxe nos modelos esportivos.

O coração da Ninja 250R é um motor bicilíndrico de 249 cm3 com bom comportamento em baixas e altas rotações – 33 cv e 2,24 kgfm de torque. Por ser paralelo (e não em V), vibra pouco em marcha lenta e, quando se acelera, o motor enche rapidamente.

Na hora de segurar a “pequena”, os freios a disco nas duas rodas entram em ação. O disco simples na frente, com pistão duplo, responde bem aos comandos, mas o traseiro – com a mesma con guração – exige mais atenção na hora de dosar a força, pois ele trava facilmente. As suspensões são rmes como em uma legítima motocicleta esportiva e trabalham a favor da esportividade e não do conforto.

Em geral, a Ninja 250R apresenta atributos que a fariam ser chamada de uma esportiva compacta – se existisse essa categoria de motocicletas: boa ciclística, motor melhor que os da concorrência e um desenho bastante apimentado para sua categoria. Uma boa opção de esportiva a um custo mais baixo.

 

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