O problema são as outras opçõe

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No alto, o painel entrega a idade do projeto. Mas o carro vem bem equipado, com ar digital, bandejas para quem vai no banco traseiro e câmbio automático


Zafira, monovolume da Chevrolet, chegou no Brasil em 2001 com o objetivo de conquistar a preferência do consumidor que buscava um carro com design bem resolvido e, ao mesmo tempo, que tivesse espaço suficiente para o conforto dos passageiros na hora da locomoção. Deu certo e, na época, ela ganhou a maior parte dos consumidores deste nicho. Mas, com o tempo, outros modelos chegaram, e a Zafira foi ficando para trás – tanto que a GM já prepara uma substituta para a Zafira.

O brasileiro aprecia carros novos, com linhas modernas, e isso pesa na escolha. Foi aí que a Chevrolet pecou. Em oito anos de mercado, as mudanças mais signifi cativas da Zafira foram na lanterna traseira, na grade dianteira e nas rodas novas. Por este motivo, ela hoje passa meio que “apagada” pelas ruas – mas não devagar. Apesar de ser um carro grande, medindo 4,33 metros de comprimento e 1,69 m de altura, a Zafira tem um bom desempenho para sua proposta de carro familiar.

Por outro lado, o fato de o motor não ser uma unidade moderna, com tecnologias para economia de combustível, mas sim o “velho” propulsor GM com modificacões para atender aos limites de emissões, e mesmo assim com um consumo de combustível alto.

Um destaque da Zafira era a oferta de sete lugares, mas hoje novidades como Grand Scénic, Grand Livina e Grand C4 Picasso oferecem bancos extras por um preço semelhante, mas com um conjunto mais moderno e motores mais econômicos.