Off Road até no nome


O caráter off-road sempre foi uma identidade nos modelos da Mitsubishi. Parte desta tradição se deve ao invejável currículo que a marca tem em competições fora de estrada. Na principal delas, o Rally Dakar, a Mitsubishi (que já participou de 26 edições) conquistou 12 vitórias.

Segundo a marca, mais do que uma competição, o Dakar é um laboratório para desenvolvimento de tecnologias novas. Para estreitar ainda mais essa relação, a Mitsubishi do Brasil começa a vender a Pajero Dakar. O nome foi uma forma encontrada para consagrar definitivamente seu DNA 4×4, diz a montadora.

Sua aparência é bastante atraente, pois concilia aventura e elegância – assim como seu desempenho, que se adapta muito bem aos dois ambientes. Mas onde ela realmente se sai melhor é na terra. Rodar em estradas de terra com piso acidentado é um prazer a bordo do modelo. Sua suspensão com amortecedores telescópicos, molas helicoidais e barra estabilizadora, do tipo 3-link na traseira e braços duplos na dianteira, faz com que o modelo não repasse todas as dificuldades de terreno para dentro da cabine. Se, além dos buracos, a estabilidade do solo e a inclinação do terreno não ajudarem, mantenha a calma.

O forte do motor, acima, não é a potência, mas o bom torque. Abaixo, o porta-malas, com espaço amplo. Os bancos da terceira fileira ficam recolhidos sob o assoalho

A Dakar tem limite de inclinação de 45º, e mais três tipos de tração: integral, 4×4 com bloqueio do diferencial e 4×4 reduzida. Para fazer essa troca, o carro deve estar a menos de 100 km/h. Para acionar a reduzida, é necessário parar o carro e colocar o câmbio no neutro. O modelo Dakar não possui controle de estabilidade. Segundo a marca, o aparato tiraria o apelo de puro off-road do carro.

O interior é bem agradável e acomoda sete passageiros. Isso graças à terceira fileira, que fica no lugar do bagageiro, mas com possibilidade de ser rebatida. Bom espaço interno e 14 porta-objetos tornam a Pajero um ótimo veículo para viagens de final de semana.

Dentro do carro, fazem falta apenas os ajustes de altura dos bancos dianteiros, de profundidade do volante e o ar-condicionado digital. Disponível apenas com motor a diesel 3.2 litros 16V Common Rail, o mesmo que equipa outros modelos da gama, a Dakar será vendida com opção de transmissão manual (R$ 152.990) ou automática de quatro velocidades (R$ 159.990). A estimativa de venda do modelo é de 300 unidades/mês e sua principal rival é a Toyota SW4, que hoje vende pouco mais de 400 unidades por mês. A briga vai ser grande, mas pedigree é o que não falta nesta Dakar.

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