Opinião contrária

“Excelente o comparativo de capa da edição de julho. Já tinha visto anúncios desses modelos da Mercedes e da BMW, mas achei que eram versões mais básicas. Pelo que vi na reportagem, são carros que valem mesmo a pena”

@ Alexander ribeiro

Li o comparativo entre o A5 e o Passat, no qual o Passat foi apontado como uma escolha racional e o Audi como uma opção emocional. Na verdade, acho que a escolha mais racional seja o Audi por ter maior entre-eixos, levar cinco pessoas (quatro no VW), ser mais econômico, ter emissão de CO2 mais baixa e porta-malas maior. Além disso, o Audi parece ter mais vocação familiar do que o Passat, além de parecer mais apropriado para o uso diário. O Passat, por sua vez, parece ser um carro mais emocional: tem motor bem potente, uma boa transmissão automatizada de dupla embreagem e a tração nas quatro rodas para o carro ter um comportamento mais neutro. Além disso, no zero a 100 km/h tem quase dois segundos de vantagem sobre o Audi, além da máxima superior (250 km/h limitados eletronicamente, contra os 234 km/h do Audi).

@ Diogo rengel dos Santos

Diogo, suas considerações estão corretas, assim como as feitas na reportagem também estão. Depende do ponto de vista. Afinal, estamos falando de modelos cupê quatro portas que “vendem” esportividade e, nesse sentido, o Passat é mais racional por entregar mais aquilo que promete cobrando menos por isso. Esse foi o critério adotado por nós, que, obviamente, não invalida o seu. Nosso papel é o de avaliar as características e compromissos de cada um dos projetos e os resultados obtidos a partir deles, abastecendo o consumidor de informações que lhe permitam fazer a melhor escolha. Mas a palavra final fica mesmo sempre para o comprador.

Cadeirinhas de bebê

Li a reportagem sobre transporte de criança em cadeirinhas especiais na edição de junho, mas fiquei com uma dúvida: como a lei prevê o transporte de menores de seis anos em carros com cinto de dois pontos para o passageiro traseiro central. Por exemplo: como devo proceder para transportar três crianças (três, quatro e seis anos) nesse caso? Posso levar a criança de seis anos no assento do meio (com cinto de dois pontos) sem a cadeirinha? Ou devo levá-la no no banco da frente com a cadeirinha apropriada e fixada pelo cinto de três pontos? Como fazer para não infringir a lei e não ser multada? Gostaria que vocês me informassem.

@ Carolina Ferreira

Leitora tem dúvida sobre cadeirinhas e cinto de dois pontos

Carolina, segundo a lei, se o número de crianças exceder o número de lugares no banco traseiro, a criança maior deve ser passada para a frente com o assento de retenção apropriado. No seu caso, o número de assentos traseiros com cinto apropriado para prender a cadeira fica excedido. O correto, então, seria colocar as duas crianças menores no banco traseiro com as cadeirinhas fixadas ao cinto de três pontos e a maior, com seis anos, deve ser passada para a frente e utilizar o assento elevatório com o cinto de três pontos. Em hipótese alguma transporte uma criança com menos de sete anos e meio e com altura inferior a 1,42 m solta no carro ou utilizado diretamente o cinto do automóvel. Mais importante do que a lei é a segurança de seus filhos.

Entre A5 Sportback e Passat, qual seria a compra racional?

“Interessante os BMW e Mercedes da edição 328. Na faixa de R$ 100 mil são excelentes compras. Já considero a troca do meu Honda Civic”

Aumento do Fusion

Fui na concessionária Ford para ver o Fusion e me passaram o valor de R$ 80.620, voltei no dia seguinte e para minha surpresa o valor tinha passado para R$ 81.620.

@ Roberto Azevedo

Você pode ter pego a troca de tabela de preço sugerido da fábrica ou em sua primeira visita feita ao revendedor o carro estava com algum bônus e, coincidentemente, esse desconto acabou quando você voltou à loja. Esse é um procedimento normal, já que esses preços promocionais podem ser definidos semanalmente ou até mesmo dia a dia, dependendo do estoque, da época do mês…

Leitor critica aumento no preço do Fusion

Custo de manutenção

A reportagem “Agora ao seu alcance”, da edição de julho, foi muito pertinente, porém, tão importante quanto comprar um carro é conseguir mantê-lo. Por conta disso, creio que faltou citar a garantia oferecida pelos fabricantes e mostrar os custos de manutenção e seguro, a exemplo do que foi muito bem mostrado na reportagem dos SUV (Captiva x CR-V x Journey), publicada na mesma edição.

@ Aguinaldo De Paoli

Preço alto no Brasil

Na edição 327, li no comparativo entre a Mercedes SLS e a Ferrari 458 Italia que os preços de ambas na Europa giram em torno dos 200 mil euros. Se isso está correto, o importador da Ferrari está cobrando um preço abusivo pelo modelo no Brasil.

@ Ricardo Porto Meira

Sim, os preços publicados na reportagem citada estão corretos.

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