Para-brisa quebrado: saiba quando é possível fazer o reparo

A resina aplicada sobre a trinca preenche a area danificada no para-brisa. Após a secagem é realizada com o uso de raios ultravioleta. No total, o conserto leva cerca de 30 minutos

Por mais cuidado que você possa tomar no trânsito, acidentes ou imprevistos sempre podem acontecer. Seja aquela chuva inesperada de granizo ou aquele pedaço de cascalho lançado por um roda de caminhão, um dano no para-brisa é uma daquelas surpresas que ninguém quer receber. Mas nem sempre é necessário fazer a troca da peça.

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A Resolução n° 216/2006 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) determina que o para-brisa não pode ser reparado apenas se o dano estiver nas seguintes regiões: na área crítica de visão do condutor (aquela diretamente à frente do motorista) ou em uma faixa de até 2,5 cm das bordas externas do vidro.

Mas mesmo que o dano esteja fora da área delimitada acima, a mesma resolução impede que seja feito o reparo de trincas com mais de 20 cm de comprimento ou nas fraturas circulares com mais de 4 cm de diâmetro. Tirando essas restrições, o reparo é possível e até recomendado.

De acordo com o Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária), além do custo, que pode ser até 150% mais barato do que na troca do para-brisa laminado, o processo de conserto é rápido e é feito com materiais e técnicas especiais — confira aqui o passo a passo do reparo —, além de ajudar a manter a originalidade do veículo.

Rodar com o para-brisa danificado — com trincas de mais de 10 cm ou fratura circular com mais de 4 cm de diâmetros — é considerado infração grave pelo Código de Trânsito Brasileiro, com multa de R$ 195,23 e perda de cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e a possibilidade de retenção do veículo. Além do risco à segurança, o vidro frontal quebrado afeta a resistência estrutural do automóvel, além de permitir a infiltração de água e o aumento de ruídos no interior da cabine.

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