Problemas no Tiida


Por R$ 95 mil, duvido que o Malibu seja um sucesso. Seria mais caro que um Azera ou um Fusion V6, que parecem superiores. A GM deveria, na minha opinião, ter um preço mais agressivo, logo acima do Vectra, algo em torno de R$ 80 mil @ Antônio Bueno Silva

Problemas no Tiida

Tenho um Nissan Tiida S automático 2008, adquirido em fevereiro de 2009. Em outubro passado, tive que trocar a peça de acoplamento da direção na revisão dos 10.000 km, pois apresentava folga e barulho, principalmente nas curvas para a direita. Em dezembro, depois de rodar cerca de 6.000 km, voltei à concessionária, e novamente trocaram a peça. Segundo a concessionária, ela foi subdimensionada e apresenta defeitos a cada seis ou sete mil quilômetros. Minha preocupação é que dentro de 12 meses termina a garantia. Gostaria de saber como a marca pretende resolver o problema.

@ José Manuel Soares

na direção do Nissan Tiida

Resposta da Nissan:

Dependendo do uso, as partes internas do estriado do retrátil da coluna de direção podem apresentar um contato maior, produzindo ruído ao se trafegar por pisos irregulares. Este contato é normal, mas, em alguns casos, pode causar o ruído. Isso não indica que há ou haverá desgaste prematuro e nem folga na direção. A Nissan rea rma seu compromisso com a excelência de seus produtos e serviços e coloca-se à disposição para quaisquer esclarecimentos pelo SAC: 0800-0111090 ou sac@nissan.com.br

“Parabéns pelo comparativo entre Focus e City. A Honda construiu sua boa reputação e agora cobra caro por ela. Eu ainda prefiro o Ford”

@Daniel Padilha

Seguro errado?

Sou leitor assíduo da Revista e parabernizo pelo trabalho e belas reportagens. Contudo, notei que na edição 323, na página 50 (comparativo entre GM Captiva e Honda CR-V), os preços do seguro da Captiva estão trocados, pois a situação de “pior” perfil fica mais barata do que a no “melhor” perfil.

@ Raleigh J. Bibiano Ramos

Na Captiva, motorista com pior per l paga menos de seguro

Os preços estão corretos. O motorista com pior per l paga mais barato porque os cálculos das apólices são feitos com base em dados estatísticos de sinistros. Como jovens não costumam comprar a Captiva, não há registros de sinistros o su ciente para justi car um seguro mais caro.

Gol sem freio

Possuo um Gol 1.0, adquirido no final de 2009, que apresenta endurecimento no freio em baixas velocidades, principalmente em marcha a ré. Levei o carro à concessionária Panambra (Porto Alegre) e me informaram que não sabem como solucionar o problema, que ocorre apenas na versão 1.0 e que, mesmo ocorrendo em vários veículos, não deverá ser motivo para recall, já que, ainda segundo eles, o defeito ocorre apenas em baixas velocidades, não pondo em risco a vida dos passageiros.

@ João Miguel G. Bastian

Resposta da Volkswagen:

Em relação à reclamação do leitor, consultamos a Gerência Técnica do Concessionário Panambra, sendo-nos informado que, após as correções realizadas, o veículo foi entregue ao sr. João Miguel em condições normais de uso.

Resposta do leitor:

Segundo a concessionária, o problema tinha mesmo sido resolvido, mas, para a minha surpresa, o defeito voltou a aparecer enquanto estacionava o carro em uma ladeira, o que me fez bater no veículo que estava atrás de mim. Por sorte, não houve danos.

Pneu e câmbio

Sou assíduo leitor da Revista, a melhor do segmento, honesta, prática e atual. Comprei um i30 e estou adorando o carro, bonito e ágil. O problema é que o acho muito duro, culpa do pneu com perfil muito baixo (45). Pensei em trocar os pneus por uma banda maior, 55 ou 60, para torná-lo mais macio, mas me disseram que, com câmbio automático, a troca causaria problemas na transmissão. Tem procedência esta colocação?

@ Jorge Lima

Resposta da Hyundai

CAOA: As alterações nas dimensões de aro e/ou pneu implicam a alteração do funcionamento e pontos de mudança da transmissão, imprecisão na marcação do velocímetro, problema de dirigibilidade, estabilidade e danos ao sistema EPS (direção assistida eletricamente)

Motor Show: A resposta da importadora está correta, mas uma opção viável é aumentar o perfil dos pneus e reduzir o tamanho da roda, mantendo a mesma medida do conjunto rodas/pneus, o que não prejudicará o veículo.

Mantendo o mesmo diâmetro do conjunto, o pneu pode ser trocado

Airbags não abriram

Comprei um Tucson para a minha mulher, na versão GLS V6, top de linha, com oito airbags, incluindo o de cortina. Capotei ao desviar de um animal na pista (a cerca de 140 km/h), caí em um córrego, bati em árvores, e, acreditem se quiser, nenhum airbag abriu. Por que não?

@Paulo Lockley Cobra

Resposta da Hyundai

CAOA: O sistema de airbags dianteiros foi projetado para disparar quando o impacto for de moderado a forte e o ângulo inferior a 30º em relação ao eixo longitudinal do veículo. Isso não ocorre em colisões laterais, traseira ou em capotamentos. O airbag lateral só será acionado quando o impacto for suficiente para causar danos aos ocupantes. Os airbags de cortina foram projetados para inflar apenas em casos de colisões laterais dependendo da severidade da colisão, ângulo, velocidade e ponto de impacto.

Motor Show: A resposta está correta. Prova de que a abertura dos airbags não era necessária é o fato de você não ter sofrido nenhum ferimento durante o acidente.

O selo Motor Show de emissão de CO2

A emissão de CO2 (dióxido de carbono) dos veículos avaliados por MOTOR SHOW é calculada com base no consumo dos carros e em dados sobre nosso combustível. Quanto maior o consumo, maior a emissão do gás, responsável pelo aquecimento global. A cor do selo varia conforme as emissões do veículo, como mostra a tabela abaixo. Se a marca não divulga consumo, ganha selo vermelho.

ETANOL: CO2 = zero

Nos carros flex, rodar com etanol é benéfico para o meio ambiente. Além de a emissão de CO2 do motor ser mais baixa, ela é reabsorvida pelo cultivo da cana (e por isso a consideramos ZERO). E há mais uma vantagem: segundo estudos da Embrapa, se considerarmos todo o processo produtivo dos combustíveis, usar o etanol reduz em 73% as emissões de CO2 na comparação com o uso da gasolina.

O consumo real

Em nossas fichas técnicas, mostramos dois dados de consumo. O primeiro é laboratorial e segue a norma NBR 7024. No segundo, consumo real, aplicamos redutores, os mesmos usados pelo Inmetro no Programa de Etiquetagem Veicular. Na cidade, reduzimos o número em 23% e, na estrada, em 29%. O valor obtido representa o consumo mais provável de ser obtido por motoristas comuns, em condições não controladas.

Perguntas e sugestões devem ser remetidas para:

Redação MOTOR SHOW

Rua William Speers, 1088, sala 31, Lapa – São Paulo (SP) CEP 05067-900

Fax (0xx11) 3618-4324.

e-mail: leitor@motorshow.com.br

Todas as cartas e e-mails devem conter nome completo, endereço e/ou telefone para contato

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