O Museo Ferrari de Maranello, na Itália, é uma visita obrigatória para quem vai à Toscana. A entrada custa 16 euros. É emocionante ver de perto mais de 30 máquinas, cada uma com sua história. Para quem gosta de carros, o museu parece ser sagrado como uma catedral italiana. Nossa visita foi realizada na gelada tarde de 29 de novembro. Veja a seguir as fotos de todos os carros que estavam no Museo Ferrari naquele dia e um resumo da história de cada exemplar, começando pela original Ferrari 125 S, a única desta série que não estava lá, devido a eventos externos pelas comemorações dos 70 anos da Ferrari. Os carros são descritos na ordem em que estavam expostos no museu.

CNN

Ferrari 125 S
V12 | 1.5 | 118 hp
A primeira Ferrari da história foi desenhada por Gioacchino Colombo e já era belíssima. A Ferrari 125 S estreou no dia 11 de maio de 1947 no circuito de Piacenza e teve apenas dois exemplares produzidos, pois era um carro de competição de dois lugares, algo comum naquela época. O motor era um V12 de 1,5 litro com 118 hp de potência. Ela media 2,42 metros, pesava 650 kg, tinha câmbio de cinco marchas e a tração era traseira. (Foto: CNN)

Ferrari 340 MM
V12 | 4.1 | 280 hp
Nasceu em 1953, para participar da Mille Miglia, daí a sigla “MM”. Tem um motor V12 de 4,1  litros com 280 hp projetado por Aurelio Lampredi. Era uma derivação do motor da Ferrari 375 F1, que disputou a Fórmula 1 em 1952. Com a 340 MM, os pilotos Giannino Marzotto e Gigi Villoresi ganharam, respectivamente, a Mille Miglia e o Giro di Sicilia em 1953.

Ferrari 166 Berlinetta Touring Le Mans
V12 | 2.3 | 170 hp
Esse modelo de 1950 levou Giannino Marzotto a vencer a Mille Miglia, numa sequência de seis vitórias da 166 Berlinetta a partir de 1948. Tinha um motor V12 de 2,3 litros com 170 hp.

Ferrari 250 GT Berlinetta SWB
V12 | 3.0 | 280 hp
Modelo de 1959 desenhado por Pininfarina com colaboração de Scaglietti. Era toda em alumínio, mas depois esse material foi reservado para a versão de competição. Uma das Ferrari mais amadas de todos os tempos devido às suas várias vitórias em corridas. O motor, um V12 de 2953 cm3, desenvolvia 280 hp a 7.000 rpm e foi projetado por Gioachino Colombo.

Ferrari 166 MM Barchetta Touring
V12 | 3.0 | 280 hp
Em 1948, a Ferrari anunciou um novo modelo com um motor de 2 litros que entregava maior potência. Em 1949, Luigi Chinetti provou a potência e a qualidade da 166 MM Barchetta vencendo as 24 Horas de Le Mans. E com um detalhe impressionante: pilotou durante 23 horas! Na hora restante, o carro foi pilotado por Gianni Agnelli, que viria a ser presidente da Fiat.

Ferrari F1-89
V12 | 3.0 | 280 hp
Esse carro marcou a volta do motor de 12 cilindros aspirado à Scuderia, mas ficou famoso por ter sido o primeiro a utilizar o câmbio semiautomático, com borboletas atrás do volante (coisa que qualquer esportivo tem hoje em dia). Foi usado por Nigel Mansell e Gerhard Berger na temporada de 1989 da Fórmula 1. Apesar de o museu dizer que sua estreia foi em Interlagos, na verdade foi em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, que sediou o GP do Brasil daquele ano. O motor em V tinha ângulo de 65º.

Ferrari F40
V8 | 3.0 | 478 hp
A lendária F40 foi construída para festejar os 40 anos da marca. Enzo Ferrari disse aos engenheiros: “Façamos qualquer coisa especial, como se fizéssemos uma volta”. A resposta foi uma máquina totalmente voltada ao desempenho, a primeira a usar fibra de carbono e estrutura composta de kevlar derivada de um carro de Fórmula 1. Apesar de seu porte, a F40 pesa apenas 1.100 kg. Foi lançada em 1987 e logo se tornou um mito, adquirido por grandes personalidades, como Eric Clapton e Sylvester Stallone.

Ferrari 275 GTB
V12 | 3.3 | 280 hp
Para muitos, a 275 GTB (sigla de Gran Turismo Berlinetta) é um dos carros esportivos mais bonitos de todos os tempos. Ela foi apresentada no Salão de Paris de 1964 com motor Colombo de 3,3 litros e atingia 250 km/h de velocidade máxima. No filme “Bullit”, Steve McQueen aparece guiando uma 275 GTB.

Ferrari F2007
V8 | 2.4 | 750 hp
O motor desse carro que marcou o último título da Ferrari na Fórmula 1 girava a 19.000 rpm. Foi campeão mundial com Kimi Haikkonen no GP do Brasil, quando Felipe Massa cedeu a vitória em Interlagos ao colega de equipe. Em 17 corridas, obteve nove vitórias. Usava um câmbio de sete velocidades transversal. A F2007 foi projetada por Aldo Costa e por Nicholas Tombazis.

LaFerrari Aperta
V12 | 6.3 | 800 hp
Em 2013, a Ferrari lançou um novo tipo de carro: LaFerrari, fazendo deste exemplar o melhor exemplo de modelo de produção com as tecnologias da Fórmula 1 e do automobilismo esportivo. Em 2016 surgiu a variante Aperta, que utilizava o sistema híbrido Hy-Kers, combinando um motor elétrico a um V12 de 6262 cm3.

Ferrari F1 87-88C
V6 | 1.5 | 620 hp
A era turbo chegava ao fim na Fórmula 1. O novo motor aspirado da Ferrari, um V6 a 90º, tinha “apenas” 620 hp a 12.000 rpm, contra 880 do V6 turbo da temporada anterior. A F1 87-88C foi projetada por John Barnard e conduzida por Gerhard Berger e Michele Alboretto. Mas, apesar da vitória de Berger no GP da Itália, em Monza, poucas semanas depois da morte de Enzo Ferrari, a McLaren da dupla Ayrton Senna/Alain Prost ganhou todas as outras 15 corridas da temporada, usando motor Honda.

Ferrari F2002
V10 | 3.0 | 835 hp
Apesar da aparência muito similar com a F2001, a Ferrari da temporada 2002 da Fórmula 1 era um carro completamente reprojetado. O chassi era novo e sensivelmente mais leve. A eficiência aerodinâmica era maior e o motor 051 utilizava materiais nobres. Era um V10 a 90º com 2997 cm3 de cilindrada que trabalhava a 17.800 rpm. O resultado disso foi uma esmagadora campanha, com 15 vitórias em 17 GPs, sendo nove dobradinhas da dupla Michael Schumacher/Rubens Barrichello.

Ferrari 250 Europa
V12 | 3.0 | 200 hp
Este modelo de 1953 substituiu a Ferrari 212 Inter e, por melhorar a performance, dividiu a carroceria com a 375 America.  Os primeiros exemplares foram inspirados na Ferrari 340 Mexico. O motor de 2963 cm3 atingia a potência máxima a 6.300 rpm.

Ferrari 342 America
V12 | 4.1 | 200 hp
O modelo exposto é de 1951 e serviu como entrada para muitos clientes que sonhavam em dirigir uma Ferrari, mas se sentiam intimidados com o desempenho dos motores de competição. Para eles foi criada a Ferrari 342 America, com quatro lugares e um motor mais manso, de 4102 cm3 e 200 hp de potência a 5.000 rpm.

Ferrari 250 GT Berlinetta “TdF”
V12 | 3.0 | 260 hp
A 250 GT Berlinetta nasceu em 1956 para as corridas de Gran Turismo, mas alguns exemplares dos 45 carros produzidos ao final de 1959 acabaram sendo vendidos também ao mercado de estrada. A sigla TdF não era oficial, mas acabou sendo adotada pelo público depois de quatro sucessos consecutivos no Tour de France, de 1956 a 1959. A 250 TdF contava com um V12 superior, de 260 hp, contra o anterior de 240 cavalos, e também foi vitoriosa em duas Mille Miglia (1956 e 1957), em dois 1.000 Km de Nürburgring (1959 e 1960), uma em Targa Florio (1957), uma nas 12 Horas de Sebring (1958) e outra nas 24 Horas de Le Mans (1959).

Ferrari 750 Monza
4 cil. | 3.0 | 260 hp
A 750 Monza é um modelo Sport Protótipo que em 1954 levou a Ferrari ao título do campeonato mundial da categoria. A sigla 750 é fruto da cilindrada unitária do motor de 4 cilindros em linha desenhado por Aurelio Lampredi. A 750 Monza tinha chassi tubular e ideias mecânicas de Dino Ferrari.

Ferrari 166 MM “Vignale”
V12 | 2.0 | 140 hp
Esse modelo de 1952 surgiu no catálogo ferrarista em 1948 e foi produzido até o final de 1953. Com Luigi Chinetti ao volante, a 166 MM deu à Ferrari sua primeira vitória nas 24 Horas de Le Mans, em 1949. Projetada por Aurelio Lampredi, usava um V12 a 60º não muito potente (140 cavalos), mas era uma das Ferrari mais amadas por celebridades, como Evita Peron e Kirk Douglas. O comendador Enzo Ferrari deu uma 166 de presente ao piloto argentino José Froilan Gonzales depois da primeira vitória do Cavalinho na Fórmula 1, no GP da Grã-Bretanha de 1951, em Silverstone.

Ferrari 195 Inter “Vignale”
V12 | 2.3 | 170 hp
A 195 era oferecida em duas versões: S para competição e Inter para o Gran Turismo. Somente 26 exemplares foram fabricados com o motor V12 de 2341 cm3 de cilindrada. O câmbio era de cinco marchas e construído em bloco com o motor. O carro do museu é de 1950.

Ferrari 365 GTB4
V12 | 4.4 | 352 hp
O nome oficial desse modelo de 1968 é 364 GTB4, mas todo mundo o conhece simplesmente como Ferrari Daytona. A fama veio por causa dos três primeiros lugares obtidos nas 24 Horas de Daytona de 1967. O carro foi apresentado no Salão de Paris de 1968. Uma de suas características era o capô longuíssimo, devido ao motor de 4390 cm3 montado na posição longitudinal depois do eixo dianteiro.

Ferrari Dino 246 GTS
V6 | 2.4 | 195 hp
A famosa Dino 246 GT era considerada a herdeira da 206, a pequena Ferrari que usava um interessante V6 a 65º disposto em posição transversal. A unidade exposta é de 1972. A Dino 246 teve 2.486 unidades produzidas de 1969 a 1973, nas versões cupê (GT) e spider (GTS). O motor era derivado do último propulsor esportivo projetado por Dino Ferrari e era menos sensível às vibrações. O carro acelerava de 0-100 km/h em apenas 7,2 segundos.

Ferrari 290 MM
V12 | 3.5 | 320 hp
A belíssima 290 MM é uma máquina de sport protótipo que já nasceu vencedora. Ela estreou com vitória na Mille Miglia de 1956 nas mãos de Eugenio Castellotti. Em seguida venceu uma prova de Carros Sport no GP da Suíça, com a dupla Maurice Trintignant/Phil Hill, contribuindo para o título no Mundial de Marcas. A carroceria era de alumínio.

Ferrari 308 GTB
V8 | 2.9 | 255 hp
A 308 GTB de 1975 tinha motor central. E era um V8 a 90º. Foi construída de 1977 a 1985, utilizava alumínio e seu design foi muito elogiado por colecionadores. A criação é de Leonardo Fioravanti, do estúdio Pininfarina.

Ferrari 512 BB
V12 | 4.9 | 360 hp
A história desta Berlinetta Boxer (BB) de 1976 começou três anos antes, em 1973. Para substituir a Daytona foi lançada a 365 GT4 BB, que adotava motor central posterior. Sua sucessora foi a 512 BB, apresentada no Salão de Paris de 1976. O motor de 5,0 litros entregava 360 hp de potência e levava o carro a 295 km/h.

Ferrari F50
V12 | 4.7 | 520 hp
A marca comemorou seus 50 anos com essa edição especial de 1995. Ela usava um V12 a 65º de 4,7 litros, que entregava sua potência máxima a 8.500 giros. Foram produzidos apenas 349 exemplares. O carro foi fabricado com materiais nobres e tinha um desempenho impressionante: acelerava de 0-100 km/h em 3,9 segundos e atingia 325 km/h de velocidade máxima.

Ferrari FXX K
V12 + Kers | 6.3 | 1.050 hp
A impressionante FXX K foi apresentada ao final do Mundial de Fórmula 1 de 2014, em Abu Dhabi. Trata-se de um carro-laboratório não homologado para uso em estrada, mas destinada aos clientes do Cavalinho interessados em colaborar no desenvolvimento de uma nova tecnologia. Por isso, foram produzidos apenas 32 exemplares. A potência combinada é de 1.050 hp, sendo 860 do V12 de 6,3 litros e 190 do sistema elétrico Kers. A FXX K dispõe também de um sofisticado sistema de controles eletrônicos e uma inovadora aerodinâmica ativa.

LaFerrari
V12 + Hy-Kers | 6.3 | 963 hp
Apresentada no Salão de Genebra de 2013, LaFerrari é a primeira máquina de Maranello dotada de tecnologia híbrida, derivada da experiência da Ferrari na Fórmula 1. O sistema Hy-Kers recupera energia em frenagens e em curvas, restituindo-a para o motor V12 de 963 hp e incríveis 900 Nm de torque. LaFerrari foi criada pelo Centro Stile Ferrari e é um dos carros mais impressionantes do museu de Maranello.

Ferrari F2008
V8 | 2.4
O motor do modelo que deu a Felipe Massa o vice-campeonato mundial de 2008 não tem sua potência divulgada. Foi a última Ferrari a conquistar o Mundial de Construtores da Fórmula 1. O monoposto criado por Aldo Costa e Nicholas Tambazis entrou para a história como o primeiro com um buraco frontal para a entrada de ar por baixo do bico e posterior distribuição sobre a carroceria. Um projeto genial que, infelizmente, só ficou com o título de construtores, perdendo o de pilotos para Lewis Hamilton, da Mercedes-Benz. O motor era um V8 a 90º.

Ferrari 500 F2
4 cil. | 2.0 | 185 hp
O modelo exposto é de 1951, mas foi com ele que Alberto Ascari ganhou os dois primeiros títulos mundiais da Ferrari na Fórmula 1, em 1952 e 1953. A Ferrari 500 era chamada de “Starlet”, numa referência à diva do cinema hollywoodiano. O carro foi criado por Aurelio Lampredi e usava um motor 2.0 com quatro cilindros em linha.

Ferrari D50
V8 | 2.5 | 265 hp
Com a retirada da Lancia em 1955, Enzo Ferrari ficou com todo o material de corrida: sua D50 estava no bolo. Tratava-se de um projeto revolucionário de Vittorio Jano, com motor V8 dianteiro montado em diagonal, para maior benefício aerodinâmico. Para pilotar a D50 em 1955, Ferrari chamou o campeão o argentino Juan Manuel Fangio, que não negou fogo e conquistou o terceiro de seus cinco títulos mundiais.

Ferrari 246 F1
V6 | 2.4 | 280 hp
Em 1958, bastou uma vitória a Mike Hawthorn no GP da França, em Reims, e uma série de segundos lugares, para bater Stirling Moss na luta pelo título. A Ferrari 246 F1 tinha um chassi tubular com motor V6 a 65º, projetado por Dino di Jano, para se adaptar ao novo regulamento, que impunha motores até 2,5 litros. Foi a primeira F1 do Cavalinho a usar suspensão dianteira com molas helicoidais e também freios a disco. Naquele ano foi disputado pela primeira vez o Mundial de Construtores junto com o Mundial de Pilotos, que existia desde 1950.

Ferrari 156 F1-63
V6 | 1.5 | 205 hp
Em 1963, a Ferrari estava se reconstruindo com o jovem engenheiro Mauro Forghieri e o piloto John Surtees, que havia sido campeão mundial de motociclismo. Alguns exemplares não estavam no museu de Maranello durante nossa visita devido à comemoração dos 70 anos da Ferrari. Assim, não havia lá o carro que ganhou o Mundial de 1964, mas sim o do ano anterior. O chassi tubular era mais rígido e o motor 6 cilindros usava injeção direta Bosch. Essa Ferrari foi o ponto de partida para a 158 F1, com a qual Surtees ganhou seu único título na categoria.

Ferrari 312 T
12 cil. Boxer | 3.0 | 495 hp
Oficialmente, o motor dessa Ferrari era um V12, mas disposto a 180º é mais correto chamá-lo de Boxer, com cilindros contrapostos. A 312 T levou a Ferrari a dar um banho no Mundial de 1975 e encerrar um jejum de 11 anos sem títulos, desde a conquista de Surtees com a 158 F1. Além de ter o motor mais potente do grid, a Ferrari 312 T tinha o câmbio na posição transversal, daí a sigla. Um projeto genial de Mauro Forghieri conduzido de forma brilhante por Niki Lauda na temporada de 1975. A potência máxima do motor de 2992 cm3 era atingida a 12.200 rpm.

Ferrari 312 T4
12 cil. Boxer | 3.0 | 515 hp
A 312 T4 usava o mesmo motor “V12” a 180º, mas com 515 hp de potência a 12.200 rpm. Esse carro incrível disputou a temporada de 1979 com a responsabilidade de ser a primeira Ferrari com efeito-solo, sistema que levou a Lotus ao título do ano anterior. O campeão foi Jody Scheckter, mas foi ao volante da 312 T4 que nasceu o mito Gilles Villeneuve. O carro foi projetado em túnel de vento e trazia soluções aerodinâmicas interessantes em sua parte superior, levando a dupla Scheckter-Villeneuve a conquistar 113 pontos, um recorde para a época.

Ferrari F1-90
V12 | 3.5 | 680 hp
Sucessora da F1-89, que lançou a moda do câmbio semi-automático com borboletas na F1, a F1-90 foi mais um projeto de sucesso de John Barnard. O engenheiro responsável pelo motor V12 a 65º era Enrique Scalabrone, que soube tirar toda a potência dos 3498 cm3 de cilindrada, a 12.750 rpm, para dar a Alain Prost a condição de enfrentar Ayrton Senna e a McLaren-Honda. Foram seis vitórias na temporada, cinco de Prost e uma de Nigel Mansell, mas o resultado foi o vice-campeonato, pois a McLaren-Honda era imbatível.

Ferrari F2004
V10 | 3.0 | 865 hp
A maravilhosa F2004 é simplesmente a máquina que concluiu a epopeia de sete campeonatos de Michael Schumacher na Fórmula 1, cinco deles na Ferrari, de 2000 a 2004. Para coroar a maior carreira de um piloto em todos os tempos, a F2004 foi a Ferrari que mais venceu GPs na história: 15. A marca do Cavalinho triunfou 13 vezes com Michael e duas com Rubens Barrichello em 2004. O projeto era de Rory Byrne. O carro era extremamente compacto e seu V10 a 90º pesava apenas 91 kg. O câmbio era longitudinal de sete marchas e a carroceria era de fibra de carbono.

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