Rival do Civic


MAGENTIS EX R$ 69.900

O câmbio garante uma certa vivacidade quando utilizado na opção sequencial, mas, ainda assim, o Magentis é um carro manso, um típico sedã familiar

Dizem que o melhor modo de avaliar um sedã é sentando no banco traseiro. Afinal, quem compra um três volumes espera mais espaço e conforto na fileira de trás. Se esse fosse o único critério para avaliar o novo Kia Magentis, o carro se sairia muito bem. Isso porque, a comodidade é uma de suas principais virtudes.

Mas a novidade deste modelo é o novo visual. O sedã da Kia ganhou linhas mais agressivas, que o deixaram mais robusto, sem perder a classe. Aliás, classe o veículo tem de sobra. Sua aceitação popular é bastante alta, por onde passa ele chama a atenção. Seu design imponente faz com que as pessoas o julguem um carro mais luxuoso do que ele realmente é.

O único ponto negativo do Magentis é o desempenho do propulsor 2.0, que deixa um pouco a desejar nas retomadas. Por outro lado, sua transmissão automática garante uma dirigibilidade bastante suave, fazendo com que o sedã faça jus ao nome (Magentis é a junção das palavras magnífico e suave). Isso porque está equipada com um sistema que identifica os hábitos de dirigibilidade, as condições e inclinações do piso, a velocidade de cruzeiro, a aceleração e a frenagem para antecipar as ações do motorista. Além de proporcionar mais conforto aos ocupantes, o sistema acaba otimizando o consumo de combustível do veículo.

Para se ter uma ideia, durante o teste com o carro, o modelo chegou a fazer média de 13 km/l, uma marca boa para um veículo 2.0 com transmissão automática e peso de 1.485 quilos. Mas se a preocupação não é o consumo, é possível dispor de uma pilotagem um pouco mais esperta selecionando o modo seqencial do câmbio. Mesmo assim, o modelo não perde o comportamento manso, mas pode ajudar em ultrapassagens, onde é necessário tirar mais de cada marcha.

Com preço sugerido de R$ 69.900 mil para a versão EX mais completa, o Magentis tem como concorrentes diretos as configurações top de linha de Civic (R$ 81.325), Corolla (R$ 79.195) e Vectra (R$ R$ 68.684). Diante deste cenário, o sedã da Kia oferece um excelente custo/benefício, já que possui um porte maior (2 cm a mais do que Vectra e Civic e 12 cm a mais do que Corolla) e uma lista de equipamentos bastante completa. Entre os principais itens estão freios ABS nas quatro rodas e EBD nas traseiras, airbags para motorista e passageiro, rádio CD player MP3 com controles no volante, ar-condicionado digital, entre outros mimos de conforto.

O Kia só peca por não oferecer piloto automático e regulagem de profundidade do volante. No mais, têm virtudes suficientes para incomodar seus concorrentes.

Por dentro, não fica devendo nada aos concorrentes mais caros. Destaque para o cabide de bolsas (à direita), o bom sistema de som e os muitos itens de série

 

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