Sedãs importados com pouco uso têm preço de VW Virtus zero-quilômetro

Segmento de carros importados usados pode ser um opção interessante, mas atenção com a manutenção é fundamental para não ter dores de cabeça

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O mercado de usados de luxo atrai olhares de cobiça. Afinal, por praticamente o mesmo preço de um Volkswagen Virtus 1.6 MSI automático (R$ 77.090) ou um Fiat Cronos Precision 1.8 AT (R$ 76.990) zero-quilômetro, é possível colocar na garagem modelos importados, como sedãs alemães, por exemplo. Entre as opções estão o Mercedes-Benz C200 CGI Sport (R$ 73.021), o BMW 320i (R$ 75.630) e o Audi A4 2.0 16V TFSI
(R$ 79.874), todos eles ano/modelo 2014, segundo a tabela Fipe.

“Existem clientes de todos os tipos e os métodos de compra variam de cliente para cliente”, conta Evandro Ávila, da Automotive São Paulo.

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Foto: Divulgação
Restos de rico?

Às vezes, chamados pejorativamente de “Restos de Rico”, esses sedãs importados  necessitam de atenção e manutenção preventiva, como qualquer outro veículo, com substituição dos fluídos e das pastilhas, por exemplo. “O dono é tudo. Não adianta comprar um Mercedes-Benz e deixá-lo parado. Carro foi feito para andar. Tem que dar uma volta pelo menos uma vez na semana”, conta.

O processo de compra depende do tipo de cliente. “Existem os carros envolvidos na negociação, os consumidores que optam pelo pagamento à vista e até o financiamento integral. Sejam eles modelos “normais” ou os superesportivos”, afirma. Aliás, este último segmento encontra pessoas de variadas faixas etárias.

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De acordo com o Evandro, o público de 25 a 30 anos busca por um Porsche 911 ou 911 GT2, Audi R8, BMW M2 e M4. Já os consumidores de importados na faixa dos 60 anos optam pelos Lamborghini Aventador/Huracán e modelos de coleção, como o Porsche 911 (993), que subiram de preço vertiginosamente nos últimos anos. Fabricado entre 1993 e 1998, foram 68.881 unidades feitas, que encerraram a era do esportivo de Zuffenhausen, com motores refrigerados a ar.

Automotive São Paulo (2)
Foto: Divulgação

Ainda falando deste segmento, segundo Evandro, existem aqueles clientes fiéis a um determinado fabricante. “Tem o Ferrarista, que já teve os modelos 355, 360, 430 e 458. Entretanto, percebemos, que os proprietários de Lamborghini não possuem essa admiração pela marca como os donos de Ferrari. Alguns deles estão migrando para a McLaren ou para a Porsche. Na escolha de um superesportivo é preciso ficar atento ao hodômetro, pois os carros com quilometragem alta depreciam e depois ninguém olha”, fala.

Serviço

Automotive São Paulo
Rua Guiapá, 543, Vila Leopoldina (SP)
Telefone: (11) 3569-0900

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