Um Japonês de entrada


Somente no último mês de agosto, a Nissan aumentou em 88% suas vendas no Brasil. E parece que está mesmo querendo rmar sua imagem aqui para continuar a crescer. O marketing mais agressivo dos últimos meses e, agora, seu estande no Salão provam a intenção. No espaço, séries especiais de dois de seus maiores sucessos, o Livina e a Frontier, dividem espaço com o modernoso Leaf (leia ao lado), e com um novo compacto – com estreia con rmada no Brasil.

Lançado no Salão de Genebra deste ano, o March é um Micra para países emergentes, com plataforma mais simples e barata. Fabricado no México, chega ao Brasil sem Imposto de Importação e, assim, pode concorrer com as versões mais caras de nossos compactos nacionais, na faixa de R$ 32 mil a R$ 45 mil (até o fechamento desta edição, os preços não haviam sido divulgados).

Em porte, ele é um pouco maior que um Gol, mas com espaço interno mais generoso. Leve, com o mesmo motor (Renault) 1.6 do Livina, o desempenho do modelo não deve decepcionar. Mais adiante, espera-se ainda a vinda de uma versão 1.0, que baixaria seu preço para a casa dos R$ 32 mil, colocando a Nissan, de nitivamente, entre as marcas de grande volume do País, hoje o quarto maior mercado de automóveis do mundo.

LEAF: 100% ELÉTRICO

Apresentado pela primeira vez em 2009, o Nissan Leaf virou realidade este ano. Nos EUA e no Japão, 20 mil pessoas já encomendaram seu exemplar. O autêntico elétrico plug-in tem autonomia de 160 km e, por isso, é indicado para quem roda curtos trajetos diários. A recarga das baterias de íons de lítio, em uma tomada 220V normal, leva oito horas.

Com a plataforma do Tiida, o Leaf tem motor elétrico de109 cv e 28,4 kgfm de força (totalmente disponíveis no momento da partida), o que não é ruim, mas não garante uma dirigibilidade prazerosa. Um transporte e ciente para as grandes cidades e que não agride o meio ambiente.

Como o motor não emite ruído, o cliente pode escolher um som para ouvir quando der a partida e, caso deseje, um SMS pode lembrá-lo de recarregar as baterias. Na rua, os postos de abastecimento são mostrados pelo GPS e o computador de bordo ensina como dirigir de forma econômica. Apesar de sua presença no estande da marca, ainda não há previsão de venda do modelo no Brasil.

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