Um popular de sucesso


 

Preço de peças baixo

Desvalorização média

Seguro alto

O Novo Uno é tão moderninho que nem parece que foi lançado há tanto tempo: está no mercado há quase dois anos. Apresentado em maio de 2010, ele agradou logo de cara. O design quadrado, quase retrô, inspirado no do Mille, ganhou interior de linhas arredondadas, carrocerias de cores vibrantes e itens de personalização. “O Uno foge do lugar-comum. Seu design é como um sorriso em meio ao trânsito caótico”, a rmou a designer Ana Moreno, proprietária de um modelo amarelo. “Escolhi o carro pela carroceria,”, completa. De fato, ela é um dos maiores apelos de venda do carro que, mês a mês, ameaça a liderança de 25 anos do VW Gol. “Ele é lindo”, resumiu a empresária e blogueira Denise Ceroni, dona de um modelo Attractive. Mas, para quem já conhece o Uno, ele é mais que um rostinho bonito. Espaço interno e estabilidade aparecem no topo da lista de adjetivos.

Lançado com duas motorizações, a versão Way 1.4 vale hoje quase R$ 30 mil. Seu motor não tem um desempenho extraordinário, mas é su ciente para o trânsito urbano. Alguns motoristas reclamam que, na estrada, ele não vai tão bem, principalmente por conta da transmissão. “Uma quinta marcha mais longa ajudaria. Ele está sempre com a rotação bem alta, o que aumenta o consumo e o barulho”, comentou Denise.

Outras queixas são em relação à visibilidade, “com muitos pontos cegos”, e aos ruídos. “Tem um barulho na suspensão horroroso”, a rmou Cristina Faria, analista de sistemas e proprietária de um modelo Way. Ela gosta do desempenho, mas queixa-se do consumo. “Faço 6 km/l com etanol e 9 km/l com gasolina. Alto demais.” Segundo a Fiat, o 1.4 zero-quilômetro faz 9 km/l na cidade com o combustível verde. Sendo assim, o consumo real deve ser próximo dos 7 km/l, como mostra a cha técnica.

Ao longo do tempo, o Uno não apresentou grandes defeitos. Os proprietários ouvidos apontaram pequenos problemas de acabamento ou defeitos como entrada de água nos faróis, desgaste prematuro e instabilidade na marcha lenta. Mas foram casos isolados, não crônicos. Segundo Mauro Frison, da o cina Frisontech, o Novo Uno realmente não costuma apresentar problemas. “Não identi quei nada relevante ou fora do normal.”

No mercado, ele vai bem. Sua desvalorização está na média, mas quem comprá-lo já usado perderá menos dinheiro. Já o seguro, mesmo com o preço honesto das peças, é salgado, principalmente para quem mora em áreas de muitos roubos. Um dos motivos pode ser a facilidade de arrombamento. “A fechadura do meu carro foi aberta com uma simples chave de fenda”, contou a empresária Denise, que cou sem o som e o estepe.

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