Viagem no tempo

Claudio Larangeira

São Paulo recebeu, pela segunda vez, o Salão Internacional de Veículos Antigos. Foi mais uma chance de reviver a história da indústria, contada pelos modelos exibidos entre 22 e 25 de novembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista. Promovido e organizado pela Reed Exhibitions Alcântara Machado e com o apoio da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), a mostra reuniu mais de 60 expositores e 120 clubes, totalizando mais de 280 modelos – em 2011 foram 250. As maiores novidades deste ano foram os veículos diferentes: barcos, um avião Aero Boero de 1980 e um simulador de voo do Aeroclube de Sorocaba (SP).

As raridades foram organizadas obedecendo a uma ordem cronológica, e, depois, de acordo com o tamanho das coleções. Os destaques? O veículo mais antigo exposto era um Cadillac Tulipa 1906; o Packard 1926 com carroceria Brougham veio a público pela primeira vez – sem nunca ter sido restaurado; o Alfa Romeo 2.500 6C “Boneschi” 1950 é o único exemplar que restou; e o Lamborghini Spada 1971 e o Alfa Giulia SS 1964 carregavam a assinatura do estúdio italiano Bertone.

Já o segmento de luxo foi representado principalmente pelos Rolls-Royce, como de costume, mas também chamaram a atenção um Mercedes 300 S 1954, que veio acompanhado de sua versão Adenauer, de quatro portas. Os Volkswagen Fusca, uma rara Brasília quatro portas 1980, os Karmann-Ghia e o único Fúria GT também chamaram a atenção dos quase 30 mil visitantes. Além disso, o público pôde conferir três caminhões, mais de 20 motos clássicas e bicicletas restauradas. Houve também o leilão da Private Colletions Excepcional Cars, que movimentou cerca de R$ 1,8 milhão. O carro de maior valor arrematado foi um Ford Galaxie Fairlane conversível 1962, que foi comprado por R$ 185 mil.

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