17/03/2026 - 14:00
SUV mais vendido do Brasil desde 2023, o VW T-Cross comemorou, recentemente, o marco de 600 mil unidades produzidas na fábrica de São José dos Pinhais (PR), onde é feito desde o final de 2018. Seu lançamento, vale lembrar, aconteceu no início de 2019, época que a Volks já estava atrasada para lançar seu SUV compacto, considerando que Honda, Jeep, Nissan, Ford, Renault e afins já estavam na área.
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T-Cross acabou conquistando o brasileiro
De qualquer forma, o modelo acabou caindo no gosto do público brasileiro, e nem mesmo a concorrência, cada vez mais forte, foi capaz de derrubá-lo. Dentre as vantagens do T-Cross hoje em dia, ainda estão a economia de combustível, bom espaço interno, desempenho agradável e nível de segurança alto, conforme alguns acidentes graves comprovaram recentemente.

Mas, nesses sete anos de mercado, o modelo teve algumas versões bacanas, que não necessariamente eram as mais completas, nem tampouco as mais potentes. Veja quatro versões legais do T-Cross que já foram, ou ainda são, vendidas no Brasil:
TSI Manual
Pouquíssimo lembrada, a versão com câmbio manual do T-Cross morreu em meados de 2021 de forma oficial. Ela casava o motor 1.0 turboflex de três cilindros e até 128 cv de potência com a caixa manual de seis marchas emprestada do Golf TSI, chamada de MQ200. Um conjunto bom de guiar, que deixava o SUV esperto e econômico. De acordo com dados do Denatran, não foram muito mais que 1.000 unidades vendidas em aproximadamente dois anos de mercado.
Sense
A Sense é uma versão que você ainda pode encontrar nas concessionárias. Trata-se da opção mais em conta do modelo, com preço inferior a R$ 120 mil. Une motor 1.0 turboflex (até 128 cv e 20,4 mkgf), ao câmbio automático de seis velocidades, e aposta num pacote de equipamentos interessante, com direito a 6 airbags, faróis e lanternas em LED, freios a disco nas quatro rodas, sensor crepuscular, sensores de estacionamento traseiros, piloto automático, multimídia de 10 pol., instrumentação digital, volante multifuncional, detector de fadiga do condutor e por aí vai. É um dos melhores SUVs na relação custo X benefício nessa faixa de preço.
Beats
Outra que saiu de cena discretamente, a versão Beats, na verdade, era um pacote opcional com um sistema de som premium para o T-Cross Highline. Assinado pela Beats, com 300 Watts de potência e seis alto-falantes, o equipamento foi oferecido até 2023, aproximadamente, e era identificado pelo emblema nas colunas B (e nos tweeters). Hoje, faz falta no SUV, que já passa dos R$ 200 mil na versão mais cara.
Extreme com pintura fosca
Apesar de fazer pouco sentido na linha frente a versão Highline, a Extreme chegou ao mercado no início do ano passado com um visual mais descolado, apliques laranjas, rodas exclusivas e a bacana opção da pintura fosca, disponível apenas num tom de cinza esverdeado. Esse, que era seu principal diferencial, não está mais disponível, mas a versão segue em linha por R$ 203,5 mil, com itens de série quase iguais aos da Highline (R$ 196,3 mil), incluindo o motor 1.4 turboflex de 150 cv de potência.
















